04/08/2009 Richard Franklin Speck


Na noite do dia 14 de julho de 1966, o lixeiro semi-analfabeto Richard Franklin Speck, de vinte e quatro anos, viciado em álcool e drogas, invadiu a casa onde nove enfermeiras moravam juntas. Armado com uma faca e um revólver, amarrou todas e as matou uma por vez. Cotazon Amurao, de vinte três anos, foi a única sobrevivente, mas para isso foi obrigada a se manter escondida debaixo da cama e presenciar toda a tragédia pela qual suas amigas passaram. As digitais pela casa e o reconhecimento positivo por Cotazon, fizeram com que Speck fosse condenado a cadeira elétrica em julho de 1967, pelo assassinato em primeiro grau de oito pessoas.
Quando a pena de morte foi abolida pela Suprema Corte, Speck passou por novo julgamento, sendo condenado a quatrocentos anos de prisão. Só foi confessar seu crime em 1978, para um jornalista (até então alegava inocência). Morto por um ataque cardíaco em 5 de dezembro de 1991, teve seus hábitos na prisão revelados por um vídeo de duas horas, exibido por uma emissora de Chicago, onde aparecia com implantes de silicone e calcinhas. Comentou sobre o prazer que tinha na cadeia - entre uma carreira e outra de cocaína - e sobre como o assassinato na vida real era diferente da TV, onde as pessoas morrem em segundos, na vida real "...a coisa toda leva três, quatro minutos... você deve tem que usar muita força..." dizia ele.
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