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22/12/12 Darya Saltykova (1730-1801)

Darya Saltykova (1730-1801)
A Russa Saltykova foi uma jovem nobre de Moscou que se tornou conhecida por torturar e matar mais de 100 servos (em sua maioria mulheres e garotas). Darya Saltykova casou-se jovem, teve dois filhos e enviuvou aos 26 anos. Dessa forma, ela herdou não apenas muita terra, mas um número considerável de servos. Tornando-se senhora de suas terras, Darya recebeu da corte real russa o direito de torturar e matar seus servos sem que nenhuma punição recaísse sobre seus ombros. No entanto, parentes das mulheres mortas por ela levaram uma petição até a imperatriz Catarina II, que decidiu julgar Saltykova publicamente pela sua iniciativa ilegal. A nobre foi presa em 1762 e assim ficou por seis anos, enquanto as investigações sobre o caso corriam. A investigação contou no mínimo 138 mortes suspeitas. Ela foi considerada culpada de ter matado 38 servas por batê-las e torturá-las até a morte. Em 1768, Saltykova foi acorrentada a uma plataforma em Moscou por uma hora com os seguintes dizeres em volta do pescoço: “Esta mulher torturou e matou”. Muitas pessoas vieram vê-la durante a hora que ela ficou exposta. Depois, Darya Saltykova foi encarcerada em um convento. Diz-se que o fantasma de Saltykova às vezes aparece na passagem subterrânea que leva do claustro e Igreja, nas proximidades de Vladimirsky, xingando quem a vê.
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07/01/11 ALBERT FISH - O VAMPIRO DO BROOKLYN


Albert Fish nasceu em Washington em 1870. Aos 5 anos ele foi para um orfanato. No orfanato ele tomou um prazer imenso ao ser abusado, o que influenciou sua mente a gostar do sado-masoquismo. Aos 7 anos sua mãe o tirou de lá porque havia conseguido um emprego.

Aos 9 ele caiu de uma cerejeira e machucou-se seriamente na cabeça, o que mais tarde causara dores de cabeça e pequenos problemas mentais (é muito comum acontecer isso entre os serial killers na infância). Aos vinte anos ele se mudou para Nova York, onde começou a ter relações sado-masoquistas homossexuais. Em Nova York ele começou a estuprar crianças e participar de "atividades bizarras". Cometeu seu primeiro assassinato em 1910, onde ele mutilou e torturou sua vítima. Daí então ele começou a ter preferência por crianças e começou a assassiná-las.

Por volta de 1920 Fish viajou por 23 estados americanos pintando casas, ele via esse trabalho como a perfeita oportunidade para cometer suas atrocidades às criançinhas.

Fish lia frequentemente a bíblia e dizia que a voz de Deus o mandava matar. Ele também gostava de inserir agulhas no corpo perto da genitália, atos de dor o excitavam.

Em maio de 1928 um homem chamado Frank Howard fez amizade com a família Budd. Um dia o Sr. Howard perguntou se ele podia levar Grace, a filha de 10 anos, para uma festa. A família Budd permitiu... e nunca mais viu sua filha ou o velho homem novamente.

O Sr. Howard era de fato Albert Fish, aos 58 anos. Ele teve a idéia de matar Grace Budd para depois usar seu corpo para atos de canibalismo. Seis meses depois, a família Budd recebeu uma carta anônima do assassino que admitiu ter matado Grace, cozido seu corpo e depois comê-lo.

A polícia procurou por alguns apartamentos onde achavam que as letras tanto da carta quanto da pessoa eram parecidas. Até que encontraram Albert Fish.

Ele ficou conhecido como "O Vampiro do Brooklyn" que tirou a vida de 4 crianças em 1932-34.

Fish foi acusado pelo assassinato de Grace Budd, sua defesa foi a insanidade. O juri não concordou com a idéia e Fish foi setenciado à morte. Em Sing Sing Prison em 16 de janeiro de 1936, Albert fish que descreveu a sentença à morte como "a maior emoção da minha vida", foi eletrecutado. A primeira carga elétrica falhou por baixo circuito, isso por causa das agulhas que Fish havia inserido em seu corpo por todos aqueles anos. Albert Fish cometeu centenas de abusos sexuais e 16 (ou mais) assassinatos.

Possiveis vítimas

Fish negou quaisquer envolvimentos com outros homicídios. Contudo é suspeito de 3 outras mortes. O detective William King acredita que Fish é o Vampiro de Brooklyn, um violador e assassino, que atacava preferencialmente crianças.

1927 - Yetta Abramowitz, 12 anos. Foi estrangulada e espancada no telhado de um apartamento de cinco andares. Morreu num hospital pouco depois de ter sido encontrada O assassino escapou, mas 20 detectives e muitos polícias caçavam um “jovem alto” , que se dizia que tentava aliciar jovens raparigas da vizinhança para corredores e becos a 14 de Maio de 1927.
1932 - Mary Ellen O'Connor, 16 anos. O seu corpo mutilado foi encontrado nos bosques em Far Rockaway, Queens a 15 de Fevereiro de 1932, perto de uma casa que Fish pintou.
1932 - Benjamin Collings, 17 anos.

Julgamento

O julgamento do homicídio de Grace Budd começou a 11 de Março de 1935, em Nova York. Este julgamento demorou dez dias. Fish alegou insanidade e declarou ouvir vozes de Deus, que lhe diziam para matar crianças. Vários testes psiquiátricos testemunharam sobre os fetiches sexuais de Fish, bem como urofilia, coprofilia, pedofilia e masoquismo.

Um psiquiatra testemunhou a insanidade de Fish, mas o testemunho de Mary Nicholas, sua filha adoptiva de 17 anos alterou esta versão. Mary Nicholas afirmou que Fish tentava introduzir nos seus filhos e filhas em práticas masoquistas e molestação de crianças. O juiz declarou-o são e culpado, e condenou-o á pena de morte.

Depois da sentença, Fish confessou o homicídio de Francis X. McDonnell, de 8 anos, morto em Staten Island. No dia 15 de Julho de 1924, Francis brincava em frente de sua casa. A mãe de Francis viu um velho a passar, abrindo e fechando os punhos. Mais tarde, o velho foi visto novamente a observar Francis e os amigos a brincar. O corpo de Francis foi encontrado num bosque, onde um vizinho tinha visto Francis e o velho passarem. Francis foi assaltado e estrangulado com os seus suspensórios.

Fish foi executado a 16 de Janeiro de 1936, na cadeira eléctrica.
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05/01/11 13 anos após morte do bandido da luz vermelha

João Acácio ficou órfão com apenas quatro anos, dali por diante, sua vida no crime se iniciou. Chegou ao estado de São Paulo ainda na adolescência, fugindo dos furtos que praticara em Santa Catarina. Foi morar em Santos, onde se dizia filho de fazendeiros e bom moço. Na verdade, levava uma vida pacata no lugar que escolheu para morar, praticando seus crimes em São Paulo e voltando incólume para Santos. Sua preferência era por mansões. Seu estilo próprio de cometer os crimes (sempre nas últimas horas da madrugada, cortando a energia da casa, usando um lenço para cobrir o rosto e carregando uma lanterna com bocal vermelho) chamou a atenção da imprensa, que o apelidou de "Bandido da Luz Vermelha", em referência ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, que tinha o mesmo apelido.
Gastava o dinheiro obtido nos assaltos com mulheres e boates. A polícia levou seis anos para identificá-lo, conseguindo identificá-lo após ele deixar suas impressões digitais na janela de uma mansão.
João Acácio foi preso em 8 de agosto de 1967, enquanto estava foragido no Paraná, foi acusado por quatro assassinatos, sete tentativas de homicídio e 77 assaltos, sendo condenado a 351 anos, 9 meses e três dias de prisão, dizem que cometeu estupro ou que teve relações sexuais com as vítimas de seus crimes, porém não foi acusado deste crime (o comentário era que recebia muitas visitas de mulheres desconhecidas que choravam sua ausência). Após cumprir os 30 anos previstos em lei, é libertado na noite do dia 26 de agosto de 1997. Após libertado, ganha fama na cidade onde passa a morar (Joinville, em Santa Catarina), tinha obsessão em vestir roupas vermelhas e quando alguém lhe pedia um autógrafo ele simplesmente escrevia a palavra "Autógrafo".

Sua morte foi de forma inesperada pois,apenas quatro meses e vinte dias em liberdade João foi assassinado com um tiro de espingarda no dia 5 de janeiro de 1998, durante uma briga com um pescador na cidade de Joinville, Santa Catarina.


Sua vida de crimes inspirou o filme O Bandido da Luz Vermelha de 1968, do cineasta Rogério Sganzerla, em que foi vivido pelo ator Paulo Villaça. Apesar de ser um filme verídico, seu final porém foi fictício no qual o personagem principal comete suicídio.
Confira as cenas do filme:




Virou música nas mãos do grupo de rock Ira! em Rubro Zorro, que abre o terceiro disco Psicoacústica (1988). A faixa ainda tem algumas falas do filme de Rogério Sganzerla citado acima.


E até foi satirizado pelos humoristas do programa Hermes & Renato da MTV(abaixo).

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10/09/10 Atentado terrorista de 11 de setembro

Bom galera,amanha está completando nove anos que ocoreu a tragédia do world trade center,mas ainda fica a duvida:

ONDE ESTÁ OSAMA BIN LADEN após todos esses anos? ?

apesar dos Estados Unidos ser uma grande potência não conseguiram localizar o "grande" terrorista,e mesmo que isso estivesse acontecido apenas acarretaria em uma grande guerra entre seus fieis sudtos e o mundo.

mesmo todos nós conhecendo a historia eu vou relatar um pouco do acontecimento abaixo.


11 de Setembro de 2001: Um poderoso e terrível ataque terrorista, ocorreu na manhã do dia 11 de Setembro de 2001 (exatamente às 8h48m e 9h03m locais), atingindo as duas torres do maior conjunto comercial do mundo, o World Trade Center, em Nova Iorque, que veio abaixo horas após ter sido parcialmente destruído por duas aeronaves comerciais Boeing 767, com um total de 157 passageiros a bordo. Eles haviam decolado de Boston (às 7h58m com 65 passageiros e às 7h59m com 92 passageiros e ambos com destino a Los Angeles).

Logo em seguida outra aeronave Boeing 757 da American Airlines, que havia decolado às 8h10m do Aeroporto de Dulles em Washington, com destino a Los Angeles, com 64 ocupantes (58 passageiros, 4 comissários e 2 pilotos), atingia em cheio o prédio do Pentágono, destruindo parte do conjunto e matando muitos funcionários do governo federal americano (exatamente às 9h43m). Outra aeronave Boeing 757, que havia decolado do Aeroporto de Newark em Nova Iorque às 8h01m com destino a São Francisco, foi sequestrada e derrubada, às 10h10m, caindo em Shanksville, a 130 quilômetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia, com 38 passageiros, 5 tripulantes e 2 pilotos (45 pessoas). No total foram quatro sequestros simultâneos, todos perfeitamente estudados e friamente consumados por terroristas árabes, provavelmente bancados pelo milionário saudita Osama Bin Laden, que hoje vive no Afeganistão e possui uma fortuna pessoal estimada de US$ 300 milhões (R$ 1,1 bilhão se convertido à época).

abaixo um vídeo mostrando alguns momentos das torres gêmeas.


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30/08/10 Harold Shipman


Harold Shipman médico Britânico, é considerado o Doutor Morte depois que foram descobertos mais de 215 pacientes assassinados por ele.

Em 1998 foi aberta uma investigação para descobrir o motivo da alta taxa de mortalidade dos pacientes de Shipman. Como não tinham como comprovar os assassinatos a policia passou a investigar 15 pacientes de Shipman. Assim descobriram as injeções letais que o médico aplicava em seus pacientes e depois forjava relatórios com diversas causas de mortes diferentes...

No total morreram nas mãos de Shipman 500 pacientes, mas foram considerados assassinatos apenas 215. Suas vitimas foram 80% mulheres. Ele sempre negou tudo, alegando que as mortes foram naturais...

Morte

Shipman Se Suicidou na sua cela em 2004. Morreu sem confessar os crimes...
É considerado um dos piores assassinos da Inglaterra
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29/08/10 Gilles de Rais


Gilles de Rais, o barão de Laval, nasceu em 10 de Setembro de 1404 em Machecoul, próximo a fronteira com a Bretanha e foi um nobre frances e soldado que lutou ao lado de Joana D’Arc contra os ingleses.
Porém ele não ficou conhecido por suas vitórias e sim por ser acusado e condenado por torturar e estuprar um grande número de crianças.
Após a morte de seus pais, ele Gilles e o irmão foram morar com o avô materno que ensinou aos garotos o narcisismo, a soberba, o poder e o orgulho.
Aos 14 anos ganhou uma grande armadura milanesa e já demonstrava sua agressividade, primeiramente com animais, depois com seres humanos. Aos 15 anos cometeu seu primeiro assassinato, a vítima era sua amigo Antion que foi chamado para um duelo que achava ser inofensivo mas acabou agonizando até a morte.
Com o passar do tempo, as derrotas contra os ingleses na batalha de Patay e a morte de Joana D'Arc, o levaram a deixar a vida militar na qual ingressou por causa de seu temperamento. Separado de sua esposa Catherine com quem tinha uma filha, ele foi para o castelo de Tiffauges, na Bretanha Francesa.
Entre 1432 e 1440, chegaram a contabilizar o desaparecimento de mais de 1.000 meninos entre 8 e 10 anos na Bretanha. Em seu castelo, Gilles estava rodeado de uma corte grotesca de bruxas, alquimistas e sadistas. Gastava toda a fortuna em obras artísticas que lhe recordavam as campanhas com Joana D'Arc e em festas para seus estranhos amigos e conseilheiros. As bizarrices, porém, ocorriam ao cair da noite, quando ele dedicava-se a torturar, estuprar e assassinar meninos, sequestrados por 'bruxas'. Para defender-se de acusações de que os meninos eram levados ao seu Castelo, Gilles dizia que os entregava a Inglaterra para se converterem em padres.
Tudo acabou em outubro de 1440, quando uma investigação levou até Gilles de Rais. Em seu julgamento ele se declarou inocente, mas, em um de seus transtornos de personalidade, assumiu a culpa, dizendo estar arrependido. Gilles documentou todos os assassinatos e ações conturbadas. As declarações chocaram a França, pois era considerado um herói pelo povo. Chegaram a contabilizar 200 vítimas, porém é certo que este número seja bem maior.
No dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus 'colaboradores' foram levados até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados.
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28/08/10 Marcelo costa de andrade


Marcelo Costa de Andrade, o Vampiro de Niterói, foi um serial killer, acusado de ter matado cerca de catorze meninos nas redondezas de Itaboraí em 1991.
Como na maioria dos casos dos assassinhos em série, Marcelo teve uma infância problématica, viveu parte dela na Rocinha com a mãe que apanhava do marido. Foi mandado por um período para a casa dos avós, no Ceará, onde apanhava muito, então voltou para o Rio de Janeiro onde era vtima de maus tratos pelos novos companheiros dos pais, que haviam se separado. Foi nesse período que foi abusado sexualmente por um homem mais velho.
Foi internado em colégio só para meninos mas não fez amizades, sendo visto como ‘retardado’ pelos colegas já que não se saia bem nos estudos, aos 14 anos foi mandado embora do internato que só cuidava de jovens até essa idade.
Assim que saiu do internato passou a se prostituir e segundo ele, sempre era passivo durante seus programas, mas certa vez um homem mais velho o teria obrigado a ser ativo, o que o perturbou muito. Nessa época ele tentou cometer suicídio. Aos dezesseis anos foi morar com outro homossexual, Antonio Batista Freire, que começou a sustentá-lo e o apresentou à Igreja Universal do Reino de Deus, mesmo assim ele não parou de se prostituir, até que se separou de Antonio e voltou para a casa da família onde tentou abusar de seu irmão menor, só ai largou a porostituição.
Marcelo freqüentava os cultos e assistia as celebrações pela TV diariamente. Segundo ele, foi num desses cultos que ouviu que quando as crianças morrem, elas vão para o céu. Segundo a lógica do assassino, ele não matava adulto, pois poderia os estar mandando para o inferno.
Apesar da idade gostava de ouvir músicas da Xuxa e de outros ídolos infantis da época. A mãe de Marcelo conta que ele tinha o estranho hábito de ficar ouvindo uma fita gravada de quando o irmão mais novo estava chorando.
No dia 16 de dezembro de 1991, Altair Medeiros de Abreu, de 10 anos, teria saído com seu irmão, Ivan Medeiros de Abreu até a casa de um vizinho, quando os dois garotos passavam pela estação central de Niterói, foram abordados por Marcelo, que abusou e matou Ivan na presença do irmão que assustado passou a fazer tudo o que Marcelo queria. Os dois dormiram em um matagal, e na manhã seguindo partiram para o Rio.
Assim que conseguiu escapar, Altair Abreu voltou para sua casa e a denúncia do desaparecimento de Ivan logo chegou à polícia. Guiados pela vítima, os agentes capturaram Marcelo Costa de Andrade na frente de seu local de trabalho, no bairro de Copacabana, que confessou o crime imediatamente, não demonstrando surpresa.
Na delegacia, Marcelo confessou após o depoimento de sua mãe, Sonia Andrade que apresentou um facão ensangüentado que o filho escondia em sua casa, 14 assassinatos e guiou a polícia até as cenas dos crimes.
Além de violentar e assassinar os meninos, ele disse ter bebido o sangue de algumas de suas vítimas. Outros corpos foram encontrados decapitados ou sem o coração. Sua primeira pergunta ao ser preso foi se existia algum assassino similar no mundo.

“(...)Não reparei se ele estava vivo ou morto quando o estuprei. Não consegui me satisfazer. Apertei sua garganta mais uma vez para garantir que a alma dele fosse para o céu.”

Andrade foi declarado inimputável e vive em reclusão no hospital psiquiátrico Henrique Roxo, manicômio judicial da cidade do Rio de Janeiro.
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19/08/10 Ted Bundy


O Picasso da comunidade dos serial killers. Ted era bonito e charmoso, inteligente, seguro de si, com um futuro brilhante, e mais mortal que uma cascavel. Usando sua boa aparência, ele era capaz de seqüestrar e matar suas vítimas sem que ninguém notasse e depois continuar com sua vida. Este estudante de direito e Jovem Republicano gostava de usar um torniquete no braço para parecer vulnerável e conseguir com que as mulheres o ajudassem com as compras. Uma vez que ele atraía suas vítimas para a porta do carro, ele batia e as levava embora para reservadamente desfrutar de sua mortes. Ele preferia matar garotas bonitas de cabelo escuro do tipo chefe de torcida. Ele atacava suas presa com objetos rombudos e era fã de estuprar e morder suas vítimas. A marca da mordida em uma de suas vítimas foi usada como evidência contra ele no seu julgamento na Flórida.
Em 30 de dezembro de 1977, depois de uma tentativa que falhou,Ted escapou, enquanto esperava seu julgamento, por uma janela do tribunal e se mudou para Tallahassee, Flórida, perto da Universidade Estadual da Florida. Lá ele escreveu sua história de sangue, o "Guernica". Em 15 de janeiro de 1978, ele partiu em uma noite de chacina e matou duas meninas e feriu duas outras ao redor do Chi Omega uma casa de república de mulheres em Tallahassee. Duas semanas depois ele roubou um furgão e matou Kimberly Leach, de 12 anos, em Lake City, Flórida, estado no qual passou a ser perseguido. O corpo da pobre Kimberly foi achado em um chiqueiro de porcos próximo a uma jaqueta xadrez que não era de Ted. Ela foi enterrada em um cemitério perto de uma planta de Purina debaixo de uma lápide em forma de coração com sua foto nela.

Ted se defendeu em julgamentos em Utah, Colorado e Flórida enquanto a polícia tentava reunir um rastro de meninas mortas que conduzissem a ele. Durante seus vários julgamentos, um Ted Bundy muito seguro de si se defendeu, recebendo elogios e uma legião de admiradoras. Depois de várias apelações Bundy foi eletrocutado pelo estado da Flórida em 1989. Para sua última refeição ele pediu bife, ovos, pão e café.
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26/05/10 O massacre da serra eletrica


No dia 20 de agosto de 1973, a polícia foi enviada para a remota fazenda de Thomas Hewitt, um tranqüilo vendedor, localizada em Travis County, Texas. No local, foram encontradas as carcaças de aproximadamente 33 vítimas, uma terrível descoberta que chocou e mobilizou toda a nação que a chamou de "o mais grotesco caso de assassinato em massa de todos os tempos". - Usando uma serra elétrica e vestindo uma máscara de pele humana, o assassino se tornou conhecido como Leatherface, quando um jornal publicou a seguinte manchete: Casa dos Horrores assusta Nação - Massacre no Texas. A polícia e o FBI encontraram um homem vestindo uma máscara de pele humana e o prenderam, declarando que ele era o assassino e iriam fechar o caso. Entretanto, nos anos seguintes, à medida que investigavam novos casos e pistas, a polícia passou a suspeitar que prenderam o homem errado. - Agora, pela primeira vez, o único sobrevivente conhecido decidiu quebrar o silêncio e contar a verdadeira história que ocorreu no deserto rural do Texas quando cinco jovens encontraram um terrível e louco assassino que espalhou medo, pânico e muito sangue na região no que foi eternamente conhecido como O Massacre da Serra Elétrica.
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21/05/10 "Os 10 mais procurados do Mundo"

De certa forma o mundo ainda consiste em enfrentar diversos obstaculos,muitos desses "obstaculos" são criminosos ou terroristas que geralmente acabam gerando certo pânico paras todos os paises.
Abaixo segue um sequencial com os dez mais procurados do mundo.

O terrorista Osama Bin Laden é o homem mais procurado no mundo. O grande responsável pelos ataques de 11 de setembro ao World Trade Center, nos Estados Unidos.

O segundo mais procurado, o traficante mexicano Joaquim Guzman, conhecido como "El Chapo"

Alimzhan Tokhtakhounov, natural do Uzbequistão, é a maior figura do crime organizado da região da Eurásia, segundo o governo dos Estados Unidos.

O indiano Dawood Ibrahim Kaskar teria criado um império do crime com o seu grupo, D-Company, baseado em Mumbai

Matteo Messina Denaro é o quinto mais procurado. "Diabolic" estaria envolvido com operações da máfia.

Felicien Kabuga é acusado por um dos piores genocídios da história, o massacre de mais de 800 mil pessoas em Ruanda em 1994

Pedro Antonio Marin, também conhecido como Manuel Marulanda, é o mais antigo líder das Farc.

Joseph Kony é o chefe da Lord's Resistance Army (LRA), uma guerrilha que tentou estabelecer um governo teocrático em Uganda.

James "Whitey" Bulger, 78 anos, líder da Winter Hill Gang, uma organização criminosa de origem irlandesa baseada em Boston.

O egípcio Omid Tahvili faz parte de uma família criminosa persa com base no Canadá mas que tem conexões com vários outros grupos no mundo inteiro.
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10/08/09 Angel Resendez


Talvez um dos mais românticos e característicos elementos da cultura americana sejam as ferrovias que cruzam o país, levando pessoas de um lado a outro. Ideal para os que não têm a paciência para longas viagens de carro, mas também não estão com pressa suficiente que justifique pegar um avião, ou simplesmente para aqueles que desejam viajar admirando a paisagem com tranqüilidade. As estradas de ferro foram as grandes responsáveis pela expansão do país e colonização dos territórios do oeste americano. Mas elas também guardam suas histórias de terror e sangue: durante quase dois anos um assassino usou os trens para se deslocar de uma cidade para outra, deixando suas vítimas para trás, desaparecendo antes do amanhecer.
Sua forma de agir era sempre a mesma, viajava de forma clandestina, atacava suas vítimas nas proximidades e desaparecia, novamente entrando clandestinamente num trem que estivesse saindo. Com esse modo simples de agir, Angel Maturino Resendez, de 39 anos, conseguiu iludir toda a polícia estadual e uma divisão especial do FBI, sendo preso somente no início de julho de 1999, graças a obstinação de um patrulheiro do Texas.
Aquele que ficou conhecido como o "Assassino da Estrada de Ferro", era um imigrante ilegal, que entrou nos EUA pela fronteira com o México, cometeu a maioria de seus crimes na região central do Texas, mas há suspeitas de que possa ter feito vítimas em Kentucky e Illinois. Comparado a outros serial killers, Angel Resendez parecia sempre apresentar um motivo para seus crimes (bebida, drogas, um lugar para se esconder, mas principalmente por dinheiro). Estuprou algumas de suas vítimas, mas isso, segundo o traçador de perfis do FBI, John Douglas, apresentava um caráter secundário em seus atos. Segundo Douglas, Resendez era um criminoso confuso e desorganizado, que não apresentava planejamento de seus crimes nem de suas fugas. Mas isso acabou trabalhando a seu favor: como entrava em qualquer trem que estivesse partindo, nem o próprio Resendez sabia para onde estava indo, dessa forma ficava difícil seguir sua pista. Apesar disso, Resendez, como todo assassino em série também tinha sua "assinatura": suas vítimas eram sempre encontradas próximo aos trilhos dos trens e as armas usadas eram as que estivessem mais próximas (garrafas quebradas, estiletes, entre outros), sendo, em geral, abandonadas no local do crime.
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Richard Ramirez


Richard Ramirez, talvez o mais voraz serial killer do qual se tem notícia, nasceu em El Passo, Texas, no ano de 1960. Vivia com seus pais e seis irmãos, começando cedo sua carreira de crimes, aos 9 anos. Afirmando ser protegido e filho de Satã, Ramirez começou a morar nas ruas e em motéis baratos de Los Angeles, aos 23 anos, enquanto seus crimes iam ganhando cada vez maiores dimensões.
Mas foi no verão de 1984 que sua onda de terror começou, com o assassinato de uma senhora de 79 anos, que foi esfaqueada até a morte e depois teve sua garganta açoitada, isso tudo dentro de sua própria casa. Em seguida uma garota de 6 anos foi seqüestrada no ponto de ônibus, ela foi estuprada e abandonada com vida em uma área deserta. Duas semanas depois, outra menina, esta com 9 anos, foi retirada de seu próprio quarto, violentada e abandonada. A vítima seguinte foi uma senhora, baleada quando chegava em casa e deixada viva, provavelmente, por ter se fingido demorta, mas sua colega de quarto, de 34 anos, não teve a mesma sorte, sendo baleada na
cabeça e morta por Ramirez. Seus crimes prosseguiram, sem apresentar nenhum padrão definido para vítimas ou modo de agir, sendo o único fato notável sua crescente ferocidade (chegou a arrancar os olhos de uma mulher de 44 anos e cortar seu corpo, enquanto ela ainda estava viva).
Como Ramirez variava muito seus métodos (ora usando facas, ora armas de fogo) e não apresentava vítimas específicas (atacando homens, mulheres, idosos, crianças), sendo isso um caso raro entre assassinos em série, levou algum tempo até a polícia conseguir perceber que todos aqueles crimes eram cometidos por uma mesma pessoa. Isso só foi notado quando três vítimas deram a mesma descrição de um homem alto, magro e de péssimo hálito, finalmente todos se deram conta de que havia um serial killer à solta, logo denominado pela imprensa de "Night Stalker" (algo como "Predador ou Caçador Noturno"). O que mais impressionava em Ramirez era sua grande variedade de crimes e o curto período de tempo nos quais eles foram cometidos, sendo eles: 13 assassinatos, 5 tentativas de homicídio, 6 estupros, 3 atos obscenos com crianças, 2 seqüestros, 3 atos de sexo oral forçado, 4 atos de atentado violento ao pudor com homens, 5 assaltos à mão armada e 14 roubos, todos eles cometidos no período compreendido entre Junho de 1984 e Agosto de 1985.
De posse de um retrato falado, logo a identidade do assassino foi descoberta, com pôsteres de seu rosto sendo espalhados por toda a cidade. Reconhecido por uma senhora em um loja de conveniências, que começou a gritar que se tratava do "Night Stalker". Ramirez começou uma fuga deseperada pelas ruas, sendo perseguido por uma multidão enfurecida. Ele tentou roubar um carro, mas foi atingido com uma cano de metal pelo marido da motorista. A polícia acabou tendo que salvá-lo de uma multidão pronta para o linchamento.
Na prisão, Ramirez tatuou pentagramas em suas mãos e por várias vezes, durante o julgamento, proferiu gritos de viva Satanás. Foi condenado, em 1989, à câmara de gás e espera a execução até hoje.
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Nathan Leopold & Richard Loeb


Nathan Leopold, 18 anos, e Richard Loeb, 17 anos, dois filhinhos-de-papai, nascidos milionários em Chicago, confessaram ter matado a pancadas um colega de escola, Robert Franks, de apenas 14 anos, por puro esnobismo intelectual e diversão. Os dois jovens, sexualmente ambíguos, eram emblemáticos de uma certa juventude rica da década de vinte: universitários, ricos, simpáticos, viajados, por vezes brilhantes, mas sempre frívolos, esnobes e entediados. Foram presos porque Leopold deixou seus óculos, um modelo exclusivo, caírem junto ao corpo nu de Franks, e chocaram o mundo ao assumir friamente a culpa e explicar suas razões fúteis.
O objetivo dos dois era cometer o "crime-perfeito", baseando seus planos nas idéias do filósofo Nietzsche (como o conceito do super-homem) e numa pretensa superiodade intelectual em relação aos investigadores. A vítima foi escolhida ao acaso, na saída da escola, uma vez que tratava-se apenas de matar alguém. Pais e irmãos dos assassinos chegaram a fazer parte da lista de possíveis vítimas, mas foram descartados devido a possibilidade de expô-los como suspeitos.
Embora não apresentassem nenhum problema financeiro, Leopold e Loeb chegaram a pedir um resgate no valor de dois mil dólares ao pai de Bobby Franks, mas o corpo foi antes que o dinheiro pudesse ser entregue. Mais tarde, a dupla, que confessou e
não fez questão de atenuantes, afirmou que o resgate era somente mais uma forma de cortejar com o perigo, aumentando a emoção do crime.
Com uma atitude permanentemente debochada e a confissão dos réus, seu enforcamento era dado como certo, foi então que o poder econômico dos dois falou mais alto, com a contratação do advogado Clarence Darrow, na época o melhor advogado dos Estados Unidos, defensor dos assassinos e da causa impossível. Usando toda sua capacidade e muita ousadia, Darrow chegou a se referir aos frios criminosos como "pobres meninos".
Darrow poderia ter alegado insanidade, não o fez, reconhecendo que seus clientes realmente eram incapazes de conviver em sociedade, mas condenou a pena de morte em tese, insinuou que a opinião pública queria a morte dos dois porque "eles eram ricos", culminando tudo com um brilhante ataque ao sistema educacional americano. Em sua conclusão, Darrow sublinhou o papel do juiz como guardião do bem-estar da comunidade, perguntado em seguida se o enforcamento dos réus configuraria tal benefício. A tática deu certo, Clarence Darrow conseguiu livrar seus dois clientes da pena morte, mas não pode evitar sua condenação a penas de prisão perpétua mais noventa e nove anos.
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09/08/09 Febrônio Índio do Brasil


Uma espécie de "bicho-papão" para as crianças brasileiras das décadas de vinte e trinta (era comum os pais dizerem "se você não se comportar, o Febrônio vai te pegar", para as crianças que faziam malcriações), ganhou esta fama ao ser preso, em 1927, sob a acusação de ter estrangulado dois menores que resistiram a seus ataques homossexuais: Almiro José Ribeiro, em 17 de agosto, e João Ferreira, no dia 29 do mesmo mês. Os corpos, encontrados na Barra da Tijuca, tornaram Febrônio um dos criminosos mais conhecidos do Brasil.
Mas o mineiro Febrônio Índio do Brasil, já era velho conhecido da polícia, tendo sua primeira prisão ocorrido em 1916, aos 21 anos, depois da qual acumularam-se outras 29, por motivos diversos como roubo, vadiagem e chantagem. Além disso, segundo palavras do diretor da Casa de Detenção a seu respeito: "consta que (...) entrega-se ao vício da pederastia". Febrônio também dedicava-se ao exercício ilegal da medicina e odontologia - consta que duas crianças morreram no Espiríto Santo após receberem medicação prescrita por ele.
Febrônio também escreveu um livro, "Revelações do Príncipe do Fogo", que ele próprio mandou imprimir e vendia de mão em mão. Com prosa apocalíptica e tumultuada, inspirou modernistas como o brasileiro Mário de Andrade e o francês Blaise Cendrars, que escreveram sobre ele.
No julgamento, o advogado Letácio Jansen, solicitou sua internação "numa casa de loucos onde
haja a devida segurança e precisa vigilância". Com sua insanidade sendo atestada pelo perito Heitor Carrilho, o juiz Ary de Azevedo o considerou inimputável. No hospício, inicialmente Febrônio tentou reduzir sua pena, reivindicar a soltura em petições a juízes ou obter transferência para a Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá. Tinha como objetivo fugir, o que conseguiu em 1935, mas sua sorte durou pouco, sendo recapturado após somente um dia de liberdade. Após isso, entrou em processo de demência.
O médico Heitor Carrilho (que hoje empresta o nome ao hospício) ficou de dezembro de 1927 a janeiro de 1929 examinando o "louco moral e homossexual com impulsões sádicas", solicitando depois sua "segragação ad vitam (enquanto vivo)". Num laudo de trinta e quatro folhas, determinou o sepultamento em vida do homem que, a partir de 1936, foi esquecido, passando longos períodos na solitária. Em junho de 1984 foi lançado o curta-metratgem "O Príncipe do Fogo", de Sílvio DaRin, tendo Febrônio como tema. Dois meses depois, aos 89 anos e completamente senil, o preso mais antigo do Brasil, interno número 000001 do Manicômio Judiciário, morreu de edema pulmonar agudo. Havia passado 57 anos no hospício.
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Jack o Estripador




Na noite de 31 de agosto de 1888, começa o período de terror daquele que talvez seja o mais conhecido serial killer da história, Jack, o Estripador. A prostituta Mary Ann (Polly) Nichols, de 42 anos, viu a oportunidade de ganhar algum dinheiro, quando um homem de boa aparência se aproximou e a levou para um lugar mais escuro. Ela só perceberia o perigo tarde demais, apesar de haver muitas pessoas nas proximidades, ele a agarrou por trás, cobrindo-lhe a boca para depois cortar sua garganta. Seu corpo mutilado foi encontrado por um carroceiro na manhã seguinte.
Sete dias depois, em 8 de setembro, ele voltaria a agir, mais uma vez sua vítima seria uma prostituta, fato que se repetiria em todos seus crimes. O corpo, completamente retalhado, de Annie Chapman, 47 anos, foi encontrado por um dos porteiros do mercado de Spitalfields, num pátio nos fundos da casa de número 29, da Hanbury Street. Suas jóias e seu dinheiro foram postos organizadamente ao lado do corpo.
Começou a circular em Londres o boato de que o estripador carregava suas facas numa pequena mala preta, o que gerou uma intensa caçada a quem transitava pelas ruas com esse tipo de mala. Vários suspeitos foram presos, mas a polícia não tinha nenhuma prova que indicasse um caminho a seguir na busca do assassino, suas únicas informações davam conta de que o mesmo era canhoto e tinha algum conhecimento de medicina, uma vez que os crimes eram cometidos com bastente destreza e perícia, segundo um cirurgião da polícia.
Na noite de 30 de setembro o estripador fez mais duas vítimas: Elizabeth Stride, que foi encontrada nos fundos do número 40 da Berner Street, com a garganta cortada e ainda sangrando, um indício de que o assassino havia abandonado o corpo instantes antes de o encontrarem, talvez tenha sido o mais próximo de sua captura que conseguiram chegar; mas foi Catharine Eddowes, a vítima mais mutilada do estripador, com um rastro de sangue estendendo-se do corpo até uma porta, onde fora escrito com giz "Os judeus não são culpados de nada.", supostamente um recado de Jack, embora nunca tenha se chegado a uma conclusão do seu significado, mesmo porque, mistreriosamente, o chefe de polícia Sir Charles Warren, mandou que apagassem a frase antes que se realizassem estudos mais profundos.
Mas foi aquela que se supõe ser sua última vítima, o crime que mais chocou a população: Mary Kelly, uma jovem de apenas 25 anos, foi encontrada desmembrada dentro de seu próprio quarto, no número 13 de Miller's Court. Depois disso, não se teve mais notícia do estripador nem de crimes que possam ser atribuídos a ele.
Muitos suspeitos foram interrogados e investigados pela polícia, mas três chamaram mais a atenção dos investigadores: Michael Ostrog, um médico russo homicida; Aaxon Kosminski, judeu polaco que odiava mulheres; e o advogado depravado, Montague John Druitt, no qual recaíram as principais suspeitas. Druitt nunca foi preso e desapareceu pouco depois do último crime, sendo seu corpo encontrado boiando no Tâmisa, sete semanas mais tarde, no dia 31 de dezembro de 1888, fato que fez com que lhe atribuíssem a autoria de todos os crimes. Mas muitas outras hipóteses foram levantadas, em algumas o assassino seria o médico e tutor do príncipe inglês, em outras o próprio príncipe seria o criminoso, um escândalo capaz de abalar toda a estrutura da mais tradicional monarquia do mundo e, ao mesmo tempo, uma boa explicação para a "ineficiência" das autoridades.
De qualquer forma, apesar das inúmeras teorias, do incontável número de detetives, profissionais ou amadores, que durante todo esse tempo se interessaram pelo caso, a identidade de Jack, o Estripador, parece ser um mistério que jamais encontrará uma resposta.
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06/08/09 Jeff Dahmer


Jeffrey Dahmer, chamado de Jeff pelos amigos, o rapaz amigável, que trabalhava em uma fábrica de chocolates, se interessava por esportes e havia se mudado há um ano e meio da casa de sua avó, acabou por revelar-se um dos mais cruéis psicopatas da história.
Foi na noite de 22 de julho de 1994, quando um carro patrulha, que fazia a ronda pelas ruas de Milwaukee, deparou-se com um jovem negro, seminu, que parecia totalmente descontrolado, seu nome era Sandy e ele fugira da casa de outro homem, chamado Dahmer, o qual conhecera em um bar para homossexuais. Sandy foi até a casa de Dahmer, a convite do próprio, para tomar uma bebida, chegando lá, o terrível cheiro do ambiente e as atitudes de seu anfitrião começaram a levantar suspeitas, principalmente após este por algemas em Sandy. Mesmo entorpecido após beber uma cerveja "com o gosto mais estranho de sua vida", Sandy juntou o que lhe restava de forças e fugiu.
Os policiais puseram Sandy numa ambulância e foram averiguar a casa onde ele afirmou ter estado. Chegando lá foram recebidos por um atencioso e educado Jeff Dahmer, que apesar do adiantado da hora, não se incomodou em receber os policiais e lhes mostrar a casa. Explicou que o mal cheiro da
casa devia-se ao fato de seu congelador ter quebrado, não tendo sido consertado ainda. Mas chegando na cozinha os policiais se depararam com algo muito pior que um congelador defeituoso: manchas gordurosas e escuras por todo o chão, três crânios, ainda com cabelos, envoltos em celofane e guardados nas prateleiras do freezer, um dorso na pia, aberto do pescoço até o estômago, um pênis cortado pela metade na pia, outro em um jarro e um terceiro, guardado na geladeira, em uma panela de lagostas, e vários restos de corpos, espalhados em frascos de formol pela casa, além de uma serra elétrica usada para os esquartejamentos. Apesar desse quadro aterrador, Jeff comportava-se como se não hovesse nada de anormal em sua casa e repetia continuamente para dois estarrecidos policiais: "Existem momentos na vida onde deve-se ser de todo honesto, este é um deles..."
Embora não tenha oposto nenhuma resistência, Jeff foi levado preso como uma fera. Horas depois, uma equipe de técnicos, munida de garrafas de oxigênio passou um pente fino na casa de Jeff, encontrando cadáveres ou restos de cadáveres.
Mas essa não era a primeira vez que Jeff se envolvia com a polícia, já tendo sido condenado a cinco anos de prisão por molestar um menor, com a pena sendo reduzida para um ano, por interferência de seu pai. Além disso, na casa de sua avó foram encontrados montes de ossos que Jeff, na época, afirmou serem de animais, o que não surpreendeu ninguém, uma vez que, quando crinaça ele apresentava gosto doentio por desossar animais (algo perfeitamente compatível com a personalidade de psicopatas, que em geral tem pequenos animais como suas primeiras "vítimas"). Mas o pior não foi isso, tempos antes de ser descoberto, uma vizinha chamou a polícia por desconfiar de uma confusão que ocorria na casa de Jeff, ao chegarem os policiais encontraram um jovem asiático, chorando completemente nu, sentado nas escadas em frente a casa. Ele não dominava o inglês, então, o sempre educado Jeff, saiu de casa e convenceu os policiais que tudo não passava de uma briga entre dois namorados homossexuais. Satisfeitos com essa versão, os policiais nem pediram para entrar na casa, e ainda foram aconselhar a vizinha a tomar conta de sua vida.
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05/08/09 Andrei Chikatilo


Andrei Chikatilo, nascido na Ucrânia em 16 de outubro de 1936, tornou-se o primeiro serial-killer conhecido da Rússia no século XX. Quando criança era, juntamente com seus irmãos, atormentado pela história do seqüestro e assassinato de seu irmão mais velho, Stepan, que teria sido canibalizado durante a grande fome que assolou a Ucrânia na década de trinta. Apesar da veemência de sua mãe ao contar a história, nunca foi encontrado nada que comprovasse a existência de algum Stepan Chikatilo, não há registros de seu nascimento nem de sua morte.
Durante a juventude, Andrei sofreu muito com uma disfunção sexual que o tornou temporariamente impotente, causando-lhe certo abalo psicológico. Apesar do casamento, na década de sessenta, do qual nasceram seus dois filhos, Andrei sempre acreditou que havia sido cegado e castrado ao nascimento, o que o levou a ter comportamentos mórbidos de violência e vingança.
Formado, Andrei começou a trabalhar em uma escola para rapazes, situada em Rostov-on-Don, onde tornou-se alvo das brincadeiras dos alunos, que inicialmente o chamavam de "ganso" (devido a seu pescoço comprido e estranha postura), mas depois passaram a chamá-lo de "maricas", uma vez que passou a molestar estudantes no dormitório. Apesar de sua idade e tamanho, Andrei sentia-se intimidado pelos alunos, por isso passou a levar sempre consigo uma faca.
Sua verdadeira face foi descoberta quando seus crimes vieram à tona: durante anos Andrei Chikatilo matou e canibalizou dezenas de vítimas, na sua maioria crianças, que ele encontrava em estações de ônibus ou trens. A inaptidão das autoridades russas, associada a sua recusa em aceitar o fato de que existia um serial-killer agindo em sua sociedade perfeita, permitiram que Andrei agisse por vinte anos. Detido certa vez
para averiguações, foi libertado logo depois, quando ficou comprovada a incompatibilidade entre seu sangue e o sêmen encontrado nas vítimas (algo raro, mas possível de ocorrer). Isso só fez com que Andrei passasse a agir com mais despreocupação. Sua prisão só foi possível graças a determinação de dois investigadores, envolvidos com sua primeira detenção, que lembraram de seu nome depois que ele foi visto saindo de um bosque próximo a uma estação de trens, algo compatível com os locais onde as vítimas eram escolhidas e depois abandonadas.
Em seu julgamento, Andrei definiu-se como um "aborto da natureza, uma besta louca", ao qual "só restava a condenação à pena de morte, o que seria até pouco para ele", nas palavras do próprio. Seu desejo foi atendido, com sua execução ocorrendo na prisão, em 14 de fevereiro de 1994, pelo pelotão de fuzilamento. Mas, antes disso, Chikatilo ainda pode chocar toda a sociedade soviética, com as descrições sangrentas de seus crimes e de como fervia e arrancava testículos e mamilos de suas vítimas.
Andrei, certa vez, afirmou o seguinte sobre sua sexualidade: "Olhe que coisa mais inútil. Você pensa que se eu pudesse fazer alguma coisa eu não faria ?... Eu não sou um homossexual... Eu tenho leite em meus peitos; eu vou dar à luz!"
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04/08/09 Pedro Alonso Lopez


Pedro Alonso Lopez, mais conhecido como Monstro dos Andes, nasceu na Colômbia, porém seus crimes se extenderam por um total de três países. Com apenas oito anos, sua mãe (uma prostituta) o expulsou de casa, já que estava acariciando a irmã, seria o começo de uma vida trágica, marcada por crimes, abusos e mortes.
Quando completa 18 anos, é estuprado por uma gangue na prisão, para se vingar executa três dos agressores. Mesmo cometendo tais delitos, é solto, começando uma seqüência de crimes que conduziram a um total de mais de 100 mulheres mortas em apenas um ano (1978), no Peru. Em seu último ataque no Peru, o Mosntro dos Andes é perseguido por uma população aldeã, levando-o a mudar seu local de atuação para Colômbia e Equador.
Segundo ele, foi mais divertido matar as mulheres equatorianas porque eram "mais gentis e confiáveis, mais inocentes.". Graças as qualidades mencionadas, aumentou o número de assassinatos, passando para um média de três mortas por semana.
Apesar da onda de crimes, as autoridades locais atribuíram os desaparecimentos à prostituição e a escravidão comuns nestes países, contudo sem conduzir investigações que pudessem garantir bases concretas para sustentar tal hipótese. Em 1980, as inundações mostrariam que esses atos na verdade eram cometidos por um serial killer, uma vez que vários corpos foram encontrados.
Através de investigações, a polícia chegou ao nome de Pedro, que durante seu interrogatório declarou a autoria de vários assassinatos. Mais uma vez, o ceticismo levou a descrença que apenas um indivíduo pudesse matar tantas pessoas em tão pouco tempo. Para acabar com tal mentalidade, o próprio Monstro dos Andes apresentou ao público mais de 50 covas.
Atualmente, as expectativas não cogitam nem 300 mortes, isto é pouco para um dos maiores psicopatas que já assolaram a América Latina.
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Myra Hindley


Autora de crimes que chocaram até mesmo os mais antigos investigadores de homicídio, Myra Hindley não estava sozinha, tinha em Ian Brady mais que um companheiro, na verdade ele era um mentor e cúmplice em suas atrocidades.
Na pantanosa Hattersley, uma cidade da Inglaterra, em 1960, Hindley, então com 23 anos, e Brady, com 28, moravam na casa da avó dela e passavam despercebidos pela maioria dos vizinhos, que não os conheciam nem podiam imaginar todo o horror que a dupla era capaz de provocar.
Enquanto torturavam e assassinavam, os dois ainda tinham o sádico prazer de gravar os gritos das vítimas e fazer fotos pornográficas, que comprovavam o abuso sexual.
Tudo corria bem para os dois, até o momento em que decidiram recrutar mais um agente para seus crimes. O escolhido foi David Smith, cunhado de Hindley, com um passado de violência e alcoolismo parecia perfeito para acompanhá-los. O casal achou que uma demonstração de seus atos seria o suficiente para convencer Smith, dessa forma convidaram-no para assistir Brady matar um garoto de 17 anos a machadadas (foram 14 ao todo), ao final das quais o assassino estrangulou a vítima, durante todo o tempo fazendo piadas. Smith ajudou Brady e Hindley a limpar tudo e preparar o corpo para o enterro, mas, na manhã seguinte, foi com sua esposa a uma delegacia e denunciou os dois.
Apesar de negarem os onze assassinatos dos quais eram suspeitos, um de seu hábitos acabou por denunciá-los: uma foto de Hindley no pântano, olhando para um buraco cheio de entulho, deu aos investigadores a dica de onde começar a procurar por corpos. No local indicado pela foto foi encontrado o corpo de um menino de 12 anos, John Kilbride. As buscas encontraram mais corpos e talvez a vítima de maior impacto: Leslie Downey, 10 anos, desaparecida há dez meses, havia sido fotografada em posições pornográficas enquanto sofria abusos sexuais. Ela também foi torturada, tendo sido encontrada uma fita na qual foram gravados seus gritos nos últimos momentos de vida.
Apesar da condenação de Hindley e Brady à prisão perpétua, nenhum dos dois demonstrou qualquer sinal de remorso ou arrenpendimento durante o julgamento. Os dois ainda cumprem suas penas. Hindley tentou condicional recentemente, mas seu pedido foi negado, segundo o juiz ela "gastará o resto de seus dias tentando liberdade, mas não terá a mínima chance".
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Charles Manson


Charles Manson fundou sua comunidade hippie em 1954, logo após ter cumprido uma pena de dez anos. Localizado em Spahn Ranch, nas proximidades de Los Angeles, o grupo pregava o amor livre e o uso de drogas, com Manson sendo encarado como um Messias por seus seguidores, ou "família" como eles preferiam ser tratados. Poderiam ter sido somente mais uma comunidade hippie típica da época, não fossem as bizarras idéias de seu líder: filho de uma prostituta, Manson passou por vários reformatórios juvenis, respondendo por crimes como falsificação e roubo, mas seria somente após a formação de sua comunidade que o maníaco por trás daqueles pequenos golpes se revelaria.
Antes de iniciar sua breve onda de crimes, a "família" de uma forma geral e, mais especificamente Manson, foram investigados pelo desaparecimento e suposto assassinato de um de seus membros que, aparentemente, vinha questionando seu líder. A "família" se uniu em torno de Manson, dificultando as investigações. Como nunca foi provado nada o caso foi arquivado, mas uma sombra obscura começou a pairar sobre aquela comunidade que "pregava" a paz e o amor.
Mas foi em 9 de agosto de 1969 que a "família" mostrou toda sua loucura, invadindo a mansão do diretor de cinema Roman Polanski, em Hollywood, e assassinando
brutalmente sua esposa, a modelo e atriz Sharon Tate (grávida na ocasião), e mais dois casais de convidados que se encontravam na casa. As vítimas foram baleadas, esfaqueadas e espancadas até a morte, seu sangue foi usado para escrever mensagens nas paredes. O exame dos legistas comprovou que o bebê sobreviveu por horas após a morte de sua mãe.
Na noite seguinte foi a vez de Leno e Rosemary LaBianca, que tiveram sua casa invadida e também foram brutalmente assassinados.
Manson e seus seguidores foram presos e acusados dos assassinatos. Mais uma vez a "família" se uniu em torno de seu líder, tentando preservá-lo, seguindo um plano já traçado desde antes de começarem os assassinatos, Manson afirmou desconhecer os atos de seus seguidores, alegando não estar com os mesmos quando os crimes foram cometidos. No julgamento, três seguidoras de Manson queriam assumir a culpa e inocentar seu líder, mas os advogados se recusaram a aceitar seus depoimentos. Neste momento Charles Manson decide revelar sua verdadeira face, até então oculta sob a figura do pacifista inocente perseguido pelo sistema, e passa a afirmar seu profundo ódio pela humanidade, que rejeitava ele e os membros de sua família, disse ele: "Tenho feito tudo para ser aceito em seu mundo, e agora vocês querem me matar! Eu apenas digo a mim mesmo: ora, já estou morto, sempre estive em toda a minha vida... não ligo a mínima para o que possam fazer comigo". Manson e seus seguidores foram julgados, culpados e condenados a prisão perpétua.
Posteriormente foram revelados os reais objetivos dos crimes cometidos pela "família" Manson: seu líder não passava de um racista, que planejava cometer assassinatos brutais contra ricos brancos, para que esses pudessem ser atribuídos a negros, iniciando uma onda de racismo e perseguições contra os negros de todo o país. Em certa ocasião Manson afirmou que se começasse a matar nunca poderia ser parado, até ter exterminado toda a Humanidade (dimensão exata de sua loucura e megalomania).
Atualmente muitos artistas tentam se valer da imagem de Manson de forma sensacionalista, chegando a pregar sua libertação, um absurdo tendo em vista tudo que ele fez e afirmou ser capaz de fazer se continuasse solto.
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