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05/02/13 Sapos Esmagados

Um garoto perverso, destes que gostam de fazer maldades para se divertir um dia encontrou um sapo acuado entre duas pedras no fundo do quintal. Não pensou duas vezes. Pisou no bicho. Mas o animal não morreu. Ficou agonizando porque o peso do garoto não era suficiente para matar o sapinho. Então o moleque começou a pular. E de tanto pular o sapo foi aos poucos desfalecendo e morreu. O menino, cansado dessa traquinagem, já não se divertia tanto quanto imaginou quando empreendeu sua maldade. Ficou sentindo o sapo mole embaixo de seu tênis surrado. Tirou o pé de cima do sapo e olhou para o animalzinho. Ele parecia ter lágrimas nos olhos. O moleque percebeu uma semelhança entre os olhos do bicho morto e os de seu irmãozinho que tinha morrido pouco depois de nascer deixando a família mergulhada numa tristeza muito grande. Ele sentiu pena do sapo. Sentiu um remorso e um vazio que só fazia aumentar. E chorou sem que ninguém visse. Aquilo definitivamente não teve graça. Então a criança tentou deixar para lá e decidiu sair e procurar alguém para aporrinhar ou um gato para amarrar latas no rabo. Mas quando ele tirou o pé de cima do sapo e deu um passo à frente sentiu como se ainda estivesse pisando naquele corpo mole e escorregadio... Bateu os pés com força contra a calçada para ver se aquilo saía debaixo de seu tênis. Não saiu então ele tirou o tênis e olhou embaixo. Só tinha respingos de sangue e restos de pele do sapo. Mesmo assim raspou o tênis no chão para limpar. Mas ficou intrigado mesmo quando tocou o é descalço no chão e sentiu como se pisasse em cima do sapo. Sentou desesperado e olhou embaixo do pé. Nada. Não tinha nada embaixo. Levantou e pisou. Sentiu o bolo embaixo do pé. Saiu correndo e quando olhou para trás viu uma fileira de sapos pipocando de onde ele tinha pisado. Cada passo um sapo. Cada sapo os olhos de seu falecido irmão prematuro. No desespero embrenhou-se no mato e se perdeu no pântano. A noite veio e o encontrou com os pés para cima, chorando, tremendo e rodeado de sapos semi-esmagados com olhos humanos. Hoje, quando a gente ouve a cantoria triste dos sapos, pode ter certeza, é o menino mau que correu perdido no pântano pipocando sapos em baixo de seu pé esmagador de sapos que se cansou e está com os pés para cima, chorando seu remorso e sua maldade.
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02/01/13 A Aluna Estranha

Esta lenda foi contada, em 1993, pela professora Lisa Cristina e ela autorizou–me a contá–la em público: Nos anos setenta, Lisa era uma mestra numa universidade. No começo de um novo ano letivo esta professora entrou na sala de aula e avistou uma aluna estranha, chamada Andréa: cara pálida, olhos esbugalhados e roupas, totalmente, pretas. A menina não falava quando alguém perguntava algo para ela e todos os dias, junto com sua pasta escolar, ela carregava um álbum que não mostrava para ninguém. Esta garota tinha o estranho hábito de carregar uma espécie de “walkman” feito de caixa de fósforos e durante as aulas ela colocava fones de ouvido feitos de palitos que eram ligados a esta caixinha. Até o mês de maio, Andréa compareceu as aulas, porém no mês de junho ela desapareceu. Numa tarde fria, daquele mesmo mês, Liso entrou numa sala de aula vazia e avistou um velho álbum de fotografias que pela a aparência parecia ser o objeto de Andréa. Então a professora abriu o livro e viu fotos de dois bebês gêmeos e ao virar as páginas a mestra viu que tratava–se de duas meninas gêmeas. Assim folhando página por página ela notou que os retratos eram de Andréa e sua irmã. Porém nas últimas folhas a professora viu fotos do enterro de uma das gêmeas e depois observou foto do túmulo da irmã morta. Intrigada, Lisa foi até a secretaria e descobriu o endereço de Andréa. Deste jeito ela foi até a casa da garota, apertou a campainha e uma senhora simples atendeu: - Bom – dia! - Sou empregada da família... - Em que posso ajudá–la? Lisa explicou: - Eu era professora de Andréa e vim devolver este objeto que ela esqueceu. A moça disse: - Você não soube?! - Andréa faleceu dia 30 de maio, na frente do túmulo da sua irmã. - Ninguém sabe o que, realmente, aconteceu. Pois não houve vestígios de assassinato e nem de suicídio. - As duas sempre foram diferentes: Andréa era meiga, doce, obediente e vestia roupas coloridas. Já a sua irmã, Mara, era rebelde, desobediente e só vestia roupas pretas. - Só sei que depois que Mara caiu da janela, do antigo colégio onde estudavam, Andréa ficou muito estranha. Ela passou a vestir roupas pretas e a ter comportamento não convencional depois da morte da irmã. Além disto à garota fez um rádio com uma caixa de fósforos donde dizia receber mensagens do espírito de Mara. - A psicóloga disse que ela incorporou a personalidade de Mara, que era forte e rebelde e deste jeito o gênio da irmã morta acabou anulando a alma da viva. - No lugar de onde eu vim, há uma lenda que diz que irmãos gêmeos não se separam nem com a morte. Pois um espírito sempre dá um jeito de se comunicar com o outro. - Dizem que até hoje, no colégio de freiras onde as duas estudavam, que o fantasma de Mara aparece para assustar os alunos. Após esta conversa Lisa mandou rezar uma missa em memória das duas irmãs. Luciana Do Rocio
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01/01/13 A Rosa perfeita De Alexandre


Bom dia a todos, Gostaria de desejar um Feliz 2013 , Que esse ano seja melhor que o anterior, e que todos consigam realizar seus ideais,e que tenham muita saúde e muita paz.

 Um Grande Abraço TrevinDs.

 O nosso natal de 1990 foi marcado por um fato terrível. Meu irmão de apenas 17 anos, que sempre foi tão amigo e companheiro, cheio de vida e planos para o futuro, brincando com uma arma calibre 32, que ele pensava que estivesse totalmente descarregada, disparou fatalmente contra seu ouvido direito, tendo morte cerebral imediata. Alexandre era seu nome. Meu aniversário seria no dia 1º de janeiro e como ele viajaria com sua turma para o litoral capixaba, havia combinado com minha mãe que ele mandaria fazer uma faixa para colocar em minha rua e me mandaria um buquê de flores. Mas ele não teve tempo... Éramos muito unidos e eu sofri muito. Em poucos dias perdi mais de 8 quilos, me afastei do meu emprego e o mundo parecia ter desabado em minha cabeça. Faltava apenas um mês e alguns dias para o meu casamento... e ele, meu irmão querido não estava ali para compartilhar aquele momento tão feliz e importante em minha vida. No dia 1º de janeiro, minha mãe e meu avô rodaram metade da cidade em busca de um buquê, e em nome do Alexandre, eles me deram lindas rosas brancas. Mas, no meu íntimo, sem querer ser mal agradecida, não me sentia feliz. No dia seguinte fui me despedir de minha mãe e meu outro irmão que viajariam para o interior. No caminho um motoqueiro me pediu uma informação. Com medo, me afastei e respondi que não sabia. Sem tirar o capacete, ele me falou: Menina, me mandaram aqui! Diziam que você precisaria de mim e me mandaram entregar essa flor... Seja feliz! Ele me deu a flor singela, flor que não é comum aqui em Minas Gerais, e antes que eu pudesse agradecê-lo, ele foi embora e nem vi em que direção ele partiu. Fiquei muito feliz, porque para mim, foi o último presente que o Alexandre mandou para mim. Enviado por: Macabro
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20/12/12 O pacto

O homem senta em sua cadeira, acende um cigarro e olha a sua volta. O quarto estava imundo, as paredes que um dia foram brancas agora estavam de uma cor entre o bege e marrom, estavam também descascadas. O piso não podia ser visto, pois uma camada gosmenta de lama e sangue o cobria completamente. Os móveis eram poucos, uma cama, onde se encontrava o corpo de uma jovem em um estado que faria o estomago de qualquer pessoa normal virar ao avesso, um criado mudo de metal onde encontravam-se alguns instrumentos cirúrgicos e vidros marrons cujo o conteúdo não se pode dizer o que é. Um pequeno frigobar que ao abrir-se se mostrava cheio de órgãos humanos, possivelmente retirados da jovem morta na cama ou de alguma de suas outras vitimas. Um fogão velho que um dia foi azul, mas agora mostra somente a ferrugem adquirida com o tempo. Tinha uma panela preta e suja em cima que mais cedo serviu para cozinhar um daqueles órgãos e mais tarde outro. E por último uma pequena mesa onde o único adorno era o cinzeiro dourado, velho e amassado. Em uma das extremidades da mesa ficava uma cadeira onde o psicopata estava sentando dando tragos longos em seu cigarro. De trás da mesa uma janela de vidro tão sujo que não se podia ver o que havia lá fora. Ele esta cansado daquela sujeira, cansado do cheiro, não que o cheiro de carne humana, sangue e cigarro o dessem náusea, não, ele esta cansado da pobreza, da miséria em que ele vivia desde que nascera. Mas ele sabia que um dia isso iria mudar, pois havia feito um pacto com o diabo e a hora de seu pagamento estava por vir. Ele já tem tudo tramado em sua cabeça louca, iria enganar o diabo de maneira que ele jamais conseguiria sua alma. “Onde esta você maldito?” – rosnou. Quando mal tinha acabado de pronunciar as palavras uma mão lhe toca o ombro. Estranhamente ele não se assusta e o homem que havia tocado seu ombro caminha lentamente para sua frente. Os passos deste homem soam como terremotos e sua mão é tão quente quanto o fogo. Já frente a frente, o psicopata o inspeciona. Sempre que os dois se encontravam ele se espantava com a elegância impecável do homem, se é que se pode chamar o diabo assim. De terno preto, camisa vermelha e gravata preta. O cabelo bem penteado e com gel, dentes brilhantes e sorriso carismático, acredite ou não. Ele parecia um desses vendedores que batem na nossa porta vendendo aspiradores, desses vendedores tão bons que conseguiria vender água benta a um padre, só que nesse caso ele não vendia e sim comprava. Comprava algo de temos de mais valioso, a alma. “Já estava na hora. Achei que você não iria aparecer nunca.” – diz o psicopata. “Você tinha que provar seu valor antes de receber sua recompensa, o que você fez muito bem. Espalhou o terror, torturou, matou, violou, destruiu famílias, corrompeu dezenas de homens e mulheres, sem contar com seu gosto peculiar por carne de jovens adolescentes.” – respondeu o diabo olhando para cama. “A hora de seu pagamento chegou, escolha o que quiser e quando a hora chegar, sua alma será minha.” “Eu quero ser rico, muito rico e quero viver para sempre.” – diz o psicopata encarando o diabo para ver sua reação. “Então seu plano é esse, viver para sempre. E a minha alma?” – pergunta o diabo sem mudar o tom de voz ou sem apagar o sorriso do rosto. “Você me disse que era qualquer coisa, essa é a minha escolha. Passei toda minha vida fazendo o que você mandou agora cumpra sua parte do trato.” – diz ele esmurrando a mesa. O diabo coloca a mão na mesa e arrasta um papel com o dedo indicador até o psicopata. Este por sua vez olha com olhos brilhantes o papel. Era um bilhete de loteria, que naquela semana teria um prêmio gigantesco. Ele pega o bilhete e o coloca contra a pouca luz vinda da janela e o examina. Na frente uma seqüência de seis números e atrás seu nome e sua assinatura. “Obrigado.” – diz o psicopata com a voz tremula, mostrando-se emocionado. “E a imortalidade?” “Feito também. Agora você é rico e imortal.” – responde o diabo que agora não tinha mais aquele sorriso carismático, mas um sorriso sínico e perverso. “Acho que agora é adeus então.” – diz o psicopata sorrindo. “Adeus não, aodiabo.” – responde o diabo dando uma gargalhada ensurdecedora e desaparecendo. Anos se passaram, o psicopata esta vivendo a vida que sempre quis. Mansões, carros, viagens, mulheres vivas ou mortas. Tudo o que sempre sonhara agora era sua realidade. Como ele se considerava um homem de palavra continuava fazendo o que havia tratado com o diabo, porém agora espalhava o terror em escala maior. Um homem com dinheiro e influencia poderia não somente matar indivíduos para satisfazer seu paladar, mas também prejudicar a sociedade em geral. Ele era um homem mau, lúcifer não o havia corrompido, ele já nasceu com a alma podre e má. Agora com poder nas mãos a diversão era muito maior. Acompanhado de quatro moças lindas e de caráter duvidoso, ele entra em seu helicóptero rumo a sua casa de luxo ao topo de uma montanha onde passaria alguns dias se divertindo. Quando estivesse cansado, faria sua refeição principal e deixaria a casa sozinho. Algumas horas mais tarde, o grupo estava dentro do jacuzzi rodeado de um jardim maravilhoso, já bêbados e drogados e esquecidos do mundo lá fora. Algo chama a atenção deles. Um barulho alto, vindo de baixo da terra, um barulho que aumenta rapidamente. A terra começa a tremer e quando eles tentam sair da banheira seus corpos são arremessados longe um do outro. O psicopata se vê fora dos arredores da casa para baixo da montanha e quando ele olha para cima, vê uma rocha enorme caindo em sua direção. Sem tempo de reagir a rocha o acerta sua perna na altura do joelho separando a parte inferior do membro do resto do corpo. Sua boca abre na tentativa de gritar, mas o barulho é abafado por toneladas de terra lhe calam. Na tentativa de respirar ele engole parte da terra. Seus pulmões ardem de agonia na falta de oxigênio, cada músculo de seu corpo dói como se estivessem sendo rasgados, seus olhos parecem querer saltar das órbitas. Sufoco, dor, claustrofobia são apenas umas palavras para descrever a sensação de desconforto dele. Aquilo era sofrimento simples e puro e ele sabia que tinha sido arquitetado pelo diabo. Mas e seu acordo? “Vou morrer, o desgraçado não cumpriu sua promessa.” – pensou com ódio. Sua agonia não terminava e a este momento ele já estava implorando para morrer. Ele mal termina de pensar a imagem de lúcifer lhe vem a cabeça. Eles se olham e o diabo sorri aquele sorriso sínico e perverso que vestia da última vez que se viram. “Eu cumpri minha promessa sim.” – responde lúcifer. “Quem disse que você vai morrer? Você vai passar a eternidade aqui, enterrado vivo, sentindo dor, fome e claro a falta de ar. Quando você faz um pacto com o diabo, você vai pro inferno, de um jeito ou de outro.” – e desapareceu. Fonte: Fantasmas em depressão
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25/09/11 A Lenda do soldado Andrade

Essa Lenda urbana foi retirada do site Sobrenatural.org

Corria o ano de 1988, na cidade de Manaus, mais precisamente no Bairro da Cidade Nova, em um local apelidado de Baixada Fluminense até hoje. Esse fato me foi relatado por um amigo que morava no local, pois era vizinho do soldado Andrade. Samuel (Samuca), meu amigo que me contou o ocorrido, disse-me que não vai mais me relatar nada, pois as lembranças o pertubaram de novo.
Na época, o bairro da Cidade Nova havia sido fundado a uns seis anos atrás e a Baixada Fluminense era o único acesso para as ruas e casas, sendo uma ladeira comprida que ao redor era uma mata fechada e não existia transporte público no local, e para pegar o ônibus era necessário subir a ladeira que à noite, sem iluminação, era escura demais para voltar, descer do coletivo na via principal e descer ladeira abaixo.
O soldado Andrade havia se mudado a pouco tempo para o bairro, fazia esse trajeto diariamente, subia de dia e retornava tarde da noite do quartel. Era patrulheiro e estava em boa forma física, acostumado à vida dura de policial na linha de frente. Como morava sozinho e quase não parava em casa, não tinha muitos amigos e não procurava se informar dos acontecimentos do bairro no passado, e continuava fazendo seu trajeto de subir e descer a ladeira para trabalhar. Mal sabia que lhe estava sendo reservada uma trágica surpresa...
Andrade voltava tarde da noite e na ladeira escura percebeu que havia alguém lhe acompanhando, e como ali uma companhia seria bem vinda, ele diminuiu o passo e esperou o homem, que ao se aproximar, Andrade pode observar que teria uns 40 anos e trajava uma bermuda e camiseta regata. E o homem lhe perguntou se poderia acompanhá-lo; o soldado Andrade olhou para o homem e disse que sim, apesar de achar muito estranho aquela hora uma pessoa desconhecida aparecer do nada, pois niguém havia descido do ônibus com ele e ainda mais de bermuda e camiseta naquele frio! Como ele morava ali a pouco tempo, deu de ombros e desceu na companhia do homem. Andaram por mais quatro ruas. Ao se aproximar da quinta rua, o homem disse: "Amigo, vou ficar na esquina, é aqui que eu moro". O soldado Andrade se despediu do homem que se dirigiu para a casa da esquina, e ficou observando-o quando ele abriu o portão de ferro e entrou na casa. Como Andrade morava no final da baixada depois da décima rua, continuou sozinho seu caminho. Mas alguma coisa o incomodava.
Dois dias depois, quando o soldado Andrade voltava do serviço no mesmo horário, ao descer a ladeira sentiu um frio diferente e percebeu o mesmo homem vindo em sua direção pedindo para acompanhá-lo de novo! O soldado novamente aceitou a companhia e desceu a ladeira com o homem, e percebeu que o tal homem não tinha se apresentado a ele, e vestia a mesma roupa de dois dias atrás. Fez o mesmo percurso e o homem fez a mesma coisa ao se aproximar da esquina, e disse: "É aqui que eu moro". O soldado, desconfiado daquele homem, continuou seu percurso, e ao chegar em casa não conseguia dormir direito incomodado com alguma coisa que não sabia o que era.
Ao amanhecer, o soldado Andrade não aguentando aquilo que o incomodara na noite anterior, aproveitou sua folga e foi olhar na esquina em que o homem havia ficado nas noites anteriores, e ver se alguém o conhecia ou quem sabe até falar com ele. Quando o soldado chegou em frente à casa, percebeu que havia alguma coisa muito estranha, e verificou que estava fechada e que aparentava não ter ninguém morando ali a muito tempo. Começou a ficar nervoso com aquela situação e rapidamente procurou alguns moradores nas proximidades para saber com detalhes o que estava acontecendo ali e quem morava na casa da esquina.
Foi quando alguns moradores antigos contaram para ele sobre a casa da esquina e quem havia morado lá:
"Há mais ou menos um ano atrás morava um casal que aparentava ser muito feliz. Só aparentava! O tempo foi passando e as coisas aconteceram em um piscar de olhos... O marido descobriu que estava sendo traido pela esposa e não queria acreditar, tentou várias vezes tirar a própria vida, tomou água sanitária, comeu veneno de rato etc... Até que em uma noite, soube que sua mulher estava em uma casa noturna com seu amante e decidiu ir até o local, chegando lá constatou o inevitável: viu a mulher nos braços de outro homem e não aguentou. Saiu do local a pé e se dirigiu para o meio da avenida, abriu os braços e esperou o primeiro carro pegá-lo por trás, arremesando seu corpo a mais de vinte metros de distância, causando sua morte instantânea (suicídio).
Desde então a casa ficou vazia e ninguém da família fez mais nada lá. Muitos dizem que como ele se suicidou e não aceitou o que lhe aconteceu, ele continua aí dentro esperando a mulher voltar para casa".
Ao ficar sabendo de tudo que aconteceu ali, o soldado Andrade contou para todos o que tinha acontecido com ele nos últimos dias. Não falou mais nada e foi para casa. Passou o resto do dia trancado. Não falou com mais ninguém. Algumas pessoas próximas da casa dele disseram que ele passou a noite inteira sem dormir, com a luz acessa dentro de casa e que saiu para trabalhar muito cedo no outro dia.
Ao chegar a noite, por volta de 00:00 horas, os vizinhos disseram que viram o soldado Andrade chegando em casa e gritando:
"Ele veio comigo de novo! Ele veio comigo de novo!!!"
Logo depois ele entrou em casa, e foi ouvido um disparo! Os vizinhos entraram na casa do soldado e ele estava estirado no chão com um tiro na cabeça.
Algumas pessoas dizem que o soldado Andrade tirou a propria vida porque não aguentou a companhia do medo, assim como o homem da casa da esquina não aguentou a traição da esposa, mas eu prefiro acreditar que o que aconteceu com os dois só pode ser explicado por quem viveu esse tipo de experiência. E que eles estejam descansando em paz.
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14/07/11 A Casa amarela de Ovar Portugal

Pesquisando antigos relatos sobre portugal ,encontrei uma antiga historia sobre " A casa amarela" situada em Ovar.
Segundo alguns moradores locais , a casa pertencia a um senhor muito rico, que morava com sua filha pela qual zelava muito e devido o medo de perde-la mantinha ela presa,longe de qualquer tipo de contato com outras pessoas.Mesmo sob as condições do pai a garota conseguiu fazer um buraco na parede onde observava um rapaz que ao ver a garota apaixonou-se imediatamente.
Durante algum tempo esses jovens mantinham um relacionamento as escondias, mas em uma noite ao acordar de madrugada, o pai dela se surpreendeu ao velos juntos e com uma reação imediata esfaqueou o casal.Para esconder os corpos cavou uma especie de poço e quando foi coloca-los dentro tropeçou quebrando o pescoço e morrendo na hora.
Anos se passaram e uma moradora de rua tentou invadir a casa para morar, mas ao entrar ela afirmou ter visto vultos e ouvido vozes.

Devido esses relatos e lendas da casa ,um grupo de jovens resolveram entrar e gravar.No meio do vídeo misteriosamente apareceram vultos confira logo abaixo.

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30/06/11 Caboclo d’Água o monstro que assusta minas gerais

Boa noite Amigos leitores.
Recebi um Email do meu amigo : Rodrigo Arruda Com uma noticia muito interessante.
Trata-se de uma lenda local antiga,mas que teve repercursão essa semana por todo o Brasil.

Uma mistura de macaco, lagartixa e galinha. Aparece nos meses quentes do ano, sempre no fim de tarde, por volta das 17 horas. Fica próximo da margem do Rio Carmo (foto abaixo), que atravessa as cidades mineiras de Mariana, Acaiaca e Barra Longa. Ataca o gado e, nos últimos tempos, até seres humanos. Essa é a descrição do Caboclo d’Água dada pela população das redondezas.


Muitas pessoas afirmaram ver o tal "monstro" e devido o aumento de "causos", o jornal elaborou um “retrato falado” do bicho, também conhecido como Nego d’Água. Santos e Milton Brigolini Neme, professor da Universidade Federal de Ouro Preto, fundaram a Associação de Caçadores de Monstros e Assombrações em 2009.

O objetivo deles é verificar a existência de seres incomuns que aparecem nas histórias contadas no interior. Além do Caboclo d’Água, o maior caso, existem outros 32 mistérios em estudo, como a Mãe do Ouro, que espantou garimpeiros no bairro de Bento Rodrigues ao rodopiar com uma luz brilhante; ou o Lobisomem do Pezão, lobo que até hoje não atacou ninguém, mas assusta com pegadas gigantes deixadas na terra.

A associação, que já tem cerca de quarenta membros, usa equipamentos eletrônicos, como GPS e câmeras automáticas. Com isso, já derrubaram o mito de que uma casa na região era assombrada. O proprietário escutava som de passos, mas eram apenas gases que se desprendiam do terreno pantanoso e faziam a madeira estalar. “Queremos checar tudo de maneira científica”, diz Santos. “É muito fácil culpar o sobrenatural por coisas que não compreendemos”. Para ele, o Caboclo d’Água pode ser um mutante de alguma espécie animal da região.

Tentando desmistificar o assunto, o professor Neme decidiu oferecer há quatro anos uma recompensa de 10 mil reais a qualquer um que consiga fotografar a criatura. A associação oferece os dados de localização já coletados e até mesmo transporte até os equipamentos onde montam vigia. Até agora, ninguém conseguiu.
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13/05/11 Sexta feira 13, O azar é todo seu.

Infelizmente devido algum problema no BLOGGER não consegui postar cedo .seria apenas uma verificação de rotina ou o inicio de uma sexta feira de azar?
Muitas pessoas afirmam que em sextas 13 tudo fica fora do lugar.. muita energia diferente no ar.. seria verdade?
por incrível que pareça este 13 de maio de 2011 torna-se uma data um pouco diferenciada de outras sextas 13 por ser a única sexta-feira 13 do ano. Essa data mítica assombra diversas culturas com lendas e superstições.
Não é fácil explicar o motivo pelo qual muitos temem as sextas-feiras 13. As histórias mais conhecidas envolvem a crucificação de Jesus Cristo, que teria ocorrido numa sexta-feira após uma ceia com 13 pessoas - os doze apóstolos e o próprio Jesus -, e um conto da mitologia nórdica, em que um jantar para doze deuses foi invadido por Loki, o espírito da discórdia, e resultou na morte de Balder, divindade da Justiça.
De volta ao cristianismo, historiadores apontam o 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, como o dia em que o rei francês Filipe 4 declarou ilegal a Ordem dos Templários, cujos membros foram torturados e mortos por heresia.
Além das crenças antigas, a propagação do doze como número completo, utilizado para medir os meses, signos do Zodíaco e tribos de Israel, desvalorizou o 13, cujo medo irracional causado nas pessoas ganhou o pomposo nome de triscaidecafobia - e, no caso do temor da própria sexta-feira 13, parascavedecatriafobia.
Seja qual for a versão oficial, o que importa é que seu efeito assusta e seduz a nossa imaginação. Seu mau agouro serve como inspiração para a produção de filmes e músicas no intuito de entreter e assustar.


O mais famoso representante dessa leva é a série de filmes "Sexta-Feira 13", que conta a história do assassino Jason Voorhees, que após morrer afogado ainda jovem, volta para assombrar aqueles que se aventuram pela colônia de férias Crystal Lake.
Apesar das dezenas de tiros, facadas e machadadas, o deformado psicopata, que esconde seu rosto por trás de uma máscara de hockey, sempre sobrevive para mais uma sessão de assassinatos. A lenda ainda afirma que Jason, não por acaso, nasceu em 13 de junho de 1946, uma sexta-feira.
Não existe estatística que comprove que os nascidos em sextas-feiras 13 são azarados ou potencialmente perigosos, mas a lista de celebridades inclui o escritor irlandês Samuel Beckett, o ditador cubano Fidel Castro e as atrizes gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen.
Entre os célebres mortos na data estão o rapper Tupac Shakur e parte dos tripulantes do vôo Força Aérea Uruguaia 571, que caiu na Cordilheira dos Andes em 13 de outubro de 1972 - a histórias dos sobreviventes do acidente, que tiveram de praticar canibalismo para não morrer de fome, é tema do filme "Vivos", dirigido por Frank Marshall em 1993.
Apesar de ter inspirado bandas pouco conhecidas, como Royal Crown Revue, Wardance, Atomic Rooster e Evil Army, a data foi utilizada pelos integrantes do Black Sabbath para o lançamento de seu primeiro álbum, em 13 de fevereiro de 1970.
Outros que também fizeram uso de sextas-feiras 13 para divulgar seus trabalhos foram o escritor Lemony Snicket, que aproveitou a data para lançar o 13º livro de suas "Desventuras em Série", e a produtora de jogos Capcom, que aproveitou o dia para colocar no mercado o game de zumbis "Resident Evil 5".

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    11/04/11 Me da um copo d'água ?

    Boa noite amigos,hoje encontrei uma lenda urbana em um fórum de um jogo OnLine, foi postada la por Fenzer.- todos os créditos a ele.




    A historia começa assim:

    Era uma noite linda de quarta-feira e Seu Manuel, um velho já aposentado, estava como de costume ouvindo seu radinho e bebendo um café preto bem forte antes de ir para cama para ter uma bela noite de sono. Manuel vai se deitar sem nem mesmo escovar os dentes.
    De modo inesplicavel o velho acorda no meio da noite bem às 3:00 horas em ponto. O velho levanta e pensa ter ouvido alguém rondando la fora, ao se aproximar da porta ele ouve um suave :
    "Toc, toc, toc."
    Quando ele abre a porta, ele avista uma menina.
    - Ei menina venha cá !! - disse o velho fazendo baforento -O que uma menina tão jovem como você faz aqui ? Você não me é estranha..
    Então a menina diz:
    - Me ajude por favor, eu só quero um pouco de água, minha garganta está queimando. Só isso que lhe peço, um copo d'água. Para poder ir procurar minha mãe.

    Manuel sem reação, vai correndo pegar água para a jovem. Quando ele volta, ela não estava mais do lado de fora, Manuel procura pela casa toda com receio de que tal pivêta estivesse planejando algo. Não foi achada. Logo, o bom homem terminou de beber o copo d'água e voltou a dormir.

    Na noite seguinte, o Sr. que aparentava ter pra lá de seus 70 anos, trancou todas as portas e janelas e foi dormir. Logo 3:00 da manhã o velho acorda com barulhos de batidas na porta.
    "Toc, toc, toc."

    Muito indignado ele pega a espingarda e abre a porta :

    - Chega de brincadeira, acabou essa palhaç... - a menina caída no chão e, já de quatro, implora por um copo d'água.

    - Por favor, você tem que me ajudar, eu estou ardendo. Por favor, o sr. não teria um copo d'água para me dar. - diz a garota quase caindo de dor.

    O velho mais uma vez não resiste ao olhar da menina e vai buscar o copo com água. Quando ele volta.. nada de novo.

    Seu Manuel vai dormir muito indignado, ele tinha um pressentimento, ele conhecia tal garota.
    Já no dia seguinte, como sempre sexta era dia de reunião de condomínio. O velho não ia em uma reunião dessas tinha anos, mas dessa vez ele decidiu ir, estava com bons pressentimentos. Quando a reunião acabou, ele olhou no mural de fotos e viu, lá estava, com certeza era ela, a menina de
    toda manhã. Quando ele chamou o sindico e contou a sua história, o homem olhava espantado e só dizia :

    - "O senhor está louco." "Isso é impossível." - Logo após lhe contou uma coisa, que deixou o velho calvo, de cabelo em pé. - Seu Manuel, essa menina foi uma das vítimas da morte do incêndio do ano passado, isso que você está me dizendo é impossível.

    O velho não sabia o que dizer, pensar e muito menos falar. Apenas virou as costas e foi embora, dormir.
    Logo 3:00 o mesmo barulho de sempre...
    Toc, toc, toc... e dessa vez, quando o velho abriu a porta, só havia um bilhete escrito :

    - "O senhor não trouxe oque lhe pedi, o necessário para eu parar de sofre e ir descansar em paz ao lado de minha mãe.. Sofrerá com as consequências.. ao meu lado e ao lado de minha mãe"

    Depois de alguns meses, em uma madrugada de quarta para quinta-feira, a casa de Manuel pegou fogo misteriosamente, causando seu fim as exatas 3:00 da manhã.

    Dizem, mas somente dizem que Manuel tomou o mesmo rumo da garota, agora ele fica vagando de apartamento em apartamento, como um velho doente e sedento. Mas isso é apenas uma história, caso leia isso e daqui a algum tempo note alguma semelhança, é mera semelhança mesmo....

    Ou não.

    Toc, toc, toc...
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    27/01/11 O homem de duas faces

    O verdadeiro conto de Edward Mordake (Mordrake) tem sido perdido para a história. Seu caso inusitado ocorreu no início da história médica e é referenciado apenas nas lendas urbanas. Na verdade, a história de sua vida tornou-se tão confuso com o decorrer do tempo em que não há data certa de nascimento ou morte causando curiosidades para os pesquisadores modernos.

    A história sempre começa da mesma maneira. Edward é um herdeiro de uma das mais nobres famílias da Inglaterra. Ele era considerado um homem brilhante e encantador - um músico e um jovem na posse da graça profunda.Diziam que ele era muito bonito quando visto de frente - mas infelizmente, na parte de trás de sua cabeça havia uma segunda face, torcida e do mal.


    Em algumas versões da história, o segundo rosto de Edward é uma menina bonita. Esta é uma impossibilidade como todos os gêmeos parasitas são do mesmo sexo. Muitas vezes foi dito que a outra face possuía a sua própria inteligência e que diversas vezes teve intenções malignas. Foi dito que os olhos seguiria as pessoas que passassem atrás de EDWARD e seus lábios que "sussurravam" um ritual maligno e silencioso. Segundo a lenda ele sorria e
    EDWARD sentia um grande desprezo fazendo ele se tornar um homem triste e depressivo. Embora nenhuma voz fosse sempre sonora, Edward jurou que muitas vezes ele seria mantido acordado pelo ódio sussurros de sua "gêmea má".

    A história tem sempre uma parte que Edward influenciava jovens a cometer suicídio com a idade de 23 anos. O método de sua morte também é quase em todas as vezes modificada, às vezes dizem que foi envenenado, e em outras versões ele atira com um revolver nos olhos de seu irmão gêmeo-diabo e consegue coloca-lo fora de sua vida. Em ambas as versões Edward deixa para trás uma carta pedindo que o "Cara de um demônio" fosse destruídos antes de seu sepultamento ", para que ele não continua-se com seus sussurros terríveis em meu túmulo."

    É a história de Edward é verdade? O 1896 Anomalias texto e Curiosidades de Medicina menciona uma versão da história e Edward tem sido destaque em vários textos, peças teatrais e até mesmo a música como a música do Tom Waits "Pobre Edward" é baseado na história. No entanto, o conto foi considerado falso por algum tempo,pois simplesmente era muito fantástica para se acreditar e, obviamente, muitas partes da história simplesmente não fazem sentido médico - Sendo possivel que a maneira de se contar teria distorcido a história,mas que teria chances de ser real.

    Como uma forma de explicação podemos ver o famoso caso de Chang Tzu Ping que foi descoberto na China no final dos anos 70 ou início dos anos 80. Em seus 40 anos, Chang havia nascido com uma especie de rosto constituído de uma boca, uma língua malformados, vários dentes, um pedaço de couro cabeludo, e os vestígios de outras construções facial. A garganta e os lábios do rosto não podiam se mover de forma independente, mas a boca movia em conjunto quando ele movimentava a dele. Pouco depois de ser descoberto, ele foi levado para os Estados Unidos onde teve o segundo rosto cirurgicamente removido. Todo o processo foi documentado - incluindo a cirurgia - sobre o programa televison 80 'That's Incredible "- e ainda não existe quase nenhuma evidência de que existam pessoas com o mesmo problema. A operação foi considerada bem sucedida e Chang provavelmente voltou para casa em onde pode viver o resto de sua vida sem o seu "rosto do diabo '.

    Então nem precisamos fazer grandes estudos para concluir que o conto de Edward é baseada em algum fato real,ou talvez ele tivesse algo de semelhante com Chang - mas foi modificado por contadores de histórias ao longo do tempo. Considere que o caso de Chang Tzu Ping é relativamente desconhecido, apesar de só ocorrendo há algumas décadas. Esses sim são casos muito raros e que a mente humana muitas vezes classifica os casos incomuns como impossível - que muitas vezes nos ajuda a dormir bem à noite.

    abaixo um pequeno vídeo com o rosto de Chang assista e não deixe de comentar.



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    25/11/10 Historias que o povo conta:O apagão

    Boa noite pessoal.
    Hoje estava lembrando do quadro que era apresentado no programa do Ratinho em alguns anos atrás,trata-se das famosas "historias que o povo conta".
    Para quem não ouviu nem assistiu,essas historias eram baseadas em relatos reais,lendas urbanas,mitos e tudo o que as pessoas enviavam pro programa.Após lembrar do suspense dos contos resolvi postar um deles aqui no Terrormática.

    Boa noite a todos.

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    29/10/10 Bruxas

    E ai galera..hoje fiz um post rapidinho aqui,mais espero que gostem...Feliz dia das Bruxas,rsrs:




    Uma bruxa é geralmente retratada no imaginário popular como uma mulher velha e encarquilhada,manipuladora de Magia Negra e dotada de uma gargalhada terrível.
    É também muito popularizada a imagem da bruxa como a de uma mulher sentada sobre uma vassoura voadora, ou com a mesma passada por entre as pernas, andando aos saltitos. Alguns autores utilizam o termo, contudo, para designar as mulheres sábias detentoras de conhecimentos sobre a natureza e, possivelmente, magia.
    As bruxas foram implacavelmente caçadas durante a inquisição na Idade Média. Um dos métodos usados pelos inquisidores para identificar uma bruxa nos julgamentos do Santo Ofício consistia na comparação do peso da ré com o peso de uma Bíblia gigante. Aquelas que fossem mais leves eram consideradas bruxas, pois dizia-se que as bruxas adquiriam uma leveza sobrenatural. Frequentemente as bruxas são associadas a gatos pretos, que dentre as Bruxas Tradicionais são os chamados Puckerel, muitas vezes tidos como espíritos guardiões da Arte da Bruxas, que habitam o corpo de um animal. Estes costumam ser designados na literatura como Familiares.
    Diziam que as bruxas voavam em vassouras a noite e principalmente em noites de lua cheia, que faziam feitiços e transformavam as pessoas em animais e que eram más.

    À afirmativa de existência de bruxas à forma retratada em registros da Idade Média, incluindo histórias infantis que permaneceram em evidência até os dias atuais, admite-se uma ressalva: elas parecem ter existido apenas no imaginário popular como uma velha louca por feitiços enigmáticos, surgidas na esteira de uma época dominada por medos, quando qualquer manifestação diversa ou mesmo a crença na inexistência de bruxas da forma retratada pelas autoridades clericais era implacavelmente perseguida pela Igreja.
    A feitiçaria já era citada desde os primeiros séculos de nossa era. Autores como o filósofo grego Lucius Apuleius, fazia alusão a uma criatura que se apresentava em forma de coruja, que na verdade era uma forma descendente de certas mulheres que voavam de madrugada, ávidas de carne e sangue humanos.
    Para os intelectuais, estes acontecimentos não passavam do imaginário popular, sonhos, pesadelos e, assim, recusavam-se a admitir a existência de bruxas. Porém, entre muitos povos não era assim: os éditos dos francos salianos falavam da Estrige como se ela existisse de fato.
    Os penitenciais atestavam a crença nessas mulheres luxuriosas. No início do século XI Burchard, o bispo de Worms, pedia aos padres que fizessem perguntas às penitentes, no intuito de descobrir se eram seguidoras de Satã,se tinham o poder de matar com armas invisíveis cristãos batizados.Se sim, quarenta dias de jejum e sete anos de penitências.

    No fim da idade média, a igreja se tornou uma importante potência política, econômica e social. O cristianismo se propagou intensamente, convertendo ou destruindo os seguidores de outras religiões. A partir deste momento fundaram o tribunal da Inquisição, julgando e condenando os acusados de "adoradores de diabo", na sua maioria Bruxas outras vezes mulheres inocentes.
    Algumas estimativas afirmam que os caçadores de bruxas executaram 10 milhões de pessoas na Europa . Frequentemente as pessoas eram acusadas por falsos testemunhos, já que quem avisasse que havia uma bruxa na região eram bem recompensados. Nem sempre precisavam de provas concretas para a acusação.
    Para se obter uma confissão , os acusados passavam por uma série de torturas cruéis que só acabavam quando o acusado confessasse , mesmo ele não sendo praticante da bruxaria , e ainda pediam para apontar pessoas que na maioria das vezes nem eram bruxas , isso era um falso testemunho , muitas vezes as bruxas eram pessoas sábias que ajudavam a comunidade curando pessoas com ervas etc...
    Por causa da caça as bruxas daquela época as bruxas tinham que disfarçar seus utensílios mágicos como simples objetos de cozinha: a colher de pau se tornava o cetro , a faca era o atame , a panela era o caldeirão.
    Geralmente as mulheres eram acusadas do ato de bruxaria , se elas tivessem manchas estranhas no corpo como sardas , pintas eram vistas como marcas do diabo e elas eram acusadas de serem bruxas.
    A maioria das bruxas gravaram em suas mentes o conteúdo de seus livros para que pudessem queima-los e mais tarde quando o perigo passasse reescreve-los , outras esconderam seus pergaminhos.
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    27/10/10 Como surgiu a abobora de halloween

    Boa noite pessoal.
    Infelizmente hoje não tenho muito tempo para postagem mas recebi um email com uma lenda interessante ja que estamos a poucos dias antes do halloween.
    espero que gostem.

    Em uma fria noite de 31 de outubro, um homem cujo o nome seria Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
    Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa."

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    07/10/10 O palhaço da Kombi



    A música alegre e alta vinda de uma Kombi colorida,cercada por crianças que gritavam,e queriam ver o que tinha dentro dela.
    A Kombi ia de vagar,muito de vagar,seguida pela multidão de curiosos...até parar em uma praça.
    Da Kombi saiu uma bailarina,e ao som da música que estava tocando,começou a dançar.
    Ela era linda,com um corpo perfeito,e muito atraente.
    A música então parou,e de dentro da Kombi,desceu a atração maior,um palhaço muito colorido.
    As crianças olhavam para ele com os olhos cheios de brilho,enquanto isso a bailarina distribuia balões e doces para todas elas.
    As crianças assistiam ao numero que ele fazia,com muita atenção.
    Mas uma das crianças,não ganhou balão,e resolveu ir pedir para a bailarina,que dançava alegremente.
    Ela ajudava o palhaço distribuir os balões e os doces,e disse ao menino que haviam acabado,e que havia mais na Kombi,e chamou o menino para ir até lá buscar com ela.
    O garoto foi,e no meio da multidão,ninguém percebeu que ele não havia voltado.
    Seu amigo havia notado algo errado,mais acabou se distraindo com o numero fantástico de mágica que o palhaço estava fazendo.
    O espetáculo acabou,e todos estavam indo embora.Mas o menino não apareceu,e seu amigo ficou muito preocupado vendo todos irem embora...e seu amigo não tinha aparecido ainda.
    Sentou então na calçada e ficou observando a Kombi ir embora,e ao olhar para o vidro do fundo,viu uma criança desesperada,batendo a cabeça no vidro,com expressão de medo e desespero no rosto..sua cabeça sangrava muito.
    Até hoje não se sabe o que aconteceu,só se sabe que o menino não apareceu mais,e que ninguém o viu depois desse dia.
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    01/10/10 A morte

    Bom,hoje vou contar uma história,baseada em fatos reais.
    Espero que gostem.


    Certo dia,em uma cidade do interior de São Paulo,um casal de idosos estavam como de costume,em sua casa...
    Ao cair da noite,apareceu um homem,alto,forte e como se conhecesse o casal,disse para eles:
    -A morte está rondando a casa de vocês.
    O homem idoso,meio incrédulo,acabou nem ligando e pensou que fosse um louco,pois nem os conhecia e já estava ali,falando coisas que para ele pareciam ser besteiras.
    Disse para a mulher:
    -Não se preocupe,eu vou te proteger sempre.E não dê ouvidos ao que esse homem disse.Afinal,nem conhecemos ele.
    A mulher ficou um pouco preocupada com o que o desconhecido havia dito para eles naquela noite.Mais logo se tranquilizou.
    A noite passou,e chegou o dia novamente...e assim foi durante alguns dias.
    Tudo ficou normal,até que uma bela noite,o certo homem voltou a casa...e disse que a morte estava mais próxima do que eles podiam imaginar,e que deveriam tomar cuidado,pois naquela noite,a morte teria que levar duas almas com ela.
    O homem virou-se e foi embora...
    Porem,naquela noite,a mulher adormeceu...e ao cair no sono,teve um pesadelo horrivel.
    Sonhou que havia uma senhora,com uma capa preta,olhando para ela,e chamando-a para ir em sua direção.
    Acordou assustada,e disse ao marido:
    -Ela está aqui,e quer nos levar com ela.
    O marido,ainda incrédulo disse:
    -Foi apenas um sonho,não se preocupe.
    O que a mulher não sabia,é que o marido havia tido o mesmo sonho que ela.
    Ao se deitarem novamente,sentiram um frio imenso,e ouviram os cachorros latirem,e latirem.
    O marido resolveu ver o que era..e ao abrir a porta,viu no quintal uma pessoa,vestida de preto,como no sonho que havia tido naquela noite.
    Voltou e fechou a porta,com muito medo.
    Disse para a sua mulher que havia visto alguem no quintal,mais que não se preocupasse,que iria ficar tudo bem.
    A mulher entrou em pânico,não sabia o que fazer,e começou tremer...além de esta com medo,estava com muito frio.
    Ouviram então alguem bater na porta.
    Uma voz rouca,de uma senhora dizia:
    -Abra,deixe-me entrar!Está muito frio aqui fora.
    E o homem disse:
    -Não! O que você quer aqui?
    A voz continuava a dizer:
    Eu preciso entrar,abra a porta...está muito frio,e eu preciso leva-los comigo.
    Os cachorros avançaram sobre a pessoa que estava do lado de fora da casa.
    E a voz disse:
    -Não consigo entrar,vou levar esses cachorros,mais eu voltarei e buscarei vocês.
    Quando o casal olhou para fora da casa,viu a morte entrar nos cachorros,e imediatamente os cachorros cairam mortos ao chão.
    A partir daquele dia,nunca mais viram o certo homem,e admitiram que a senhora que estava do lado de fora da casa,queria entrar..mais não na casa,e sim nos corpos deles.

    Criado e editado por LolaaaH
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    18/09/10 A Noiva de Apipucos

    Bom galera Hoje um sabado,frio,escuro e sem muita coisa pra fazer resolvi postar uma lenda urbana que encontrei perdida no meu Email hahahaha
    Espero que gostem.
    Sinta-se a vontade para participar do nosso blog e um grande abraço a todos.


    No inicio dos anos 50, a família Costa mudou-se para o bairro de Apipucos, no Recife. Apesar de um pouco distante de tudo, o local era tranqüilo e de vizinhança segura.


    Manuel, o pai, passava metade do mês viajando pelo interior e estados vizinhos deixando sua esposa, os dois filhos pequenos e o pastor alemão. Nos primeiros momentos, o trabalho de casa e a adaptação não deixavam aos moradores tempo para descansar, mas mesmo assim travaram conhecimento com os vizinhos, e a única coisa estranha que eles diziam é que a casa tinha tido vários moradores nos últimos anos.


    Passado um mês, eles estavam jantando exatamente às seis horas da noite e chamaram o cão que descansava na sala da frente. Ao vir pelo corredor o cachorro de repente se encolheu, ganiu baixinho e acelerou o passo, exatamente ao passar pelo primeiro quarto que eles usavam para guardar alguns móveis. Na cozinha, notaram que o animal tremia e estava arrepiado. A princípio Manuel pensou que era uma cobra ou algum bicho perigoso. Mas não justificaria tal pavor: um exame cuidadoso no quarto não revelou nada, sequer um buraco que servisse de esconderijo.


    O procedimento do cão continuou, mas com o tempo o incidente foi esquecido. Só se lembrava do fato quando o cão passava pelo quarto, a qualquer hora do dia e virava a cara. Um dia, porém, outro fato estranho ocorreu. Os mais velhos estavam na sala da frente quando, às seis da noite pontualmente, Lara, a esposa, olhou casualmente para o corredor e, apavorada, chamou a atenção de Manuel: um vulto transparente com o aspecto de uma noiva dirigia-se para o quarto como se saísse da parede. Felizmente as crianças dormiam num canto, e não viram nem o vulto nem a reação dos pais.


    Eles conversaram com os vizinhos e ficaram sabendo que, duas décadas antes, um casal de noivos tinha comprado aquela casa. Os jovens não chegaram, porém, a se instalar. Após o casamento, a noiva foi acometida de uma doença que a mataria em pouco tempo. Diziam alguns que ela era tísica, mas nunca se confirmou isso. O certo é que o noivo não quis pisar lá nunca mais.


    Para o bem dos filhos, a família Costa foi embora. Mas logo uma outra família mudou-se para a casa em Apipucos: em quanto tempo eles conheceriam a Noiva?
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    17/09/10 O misterioso Castelo Glamis

    Olá galera,sou Lola,tenho 17 anos..e fui convidada para ser colunista do Terrormatica.E como sou uma admiradora do trabalho do TrevinDs,aceitei esse convite imediatamente,rsrs.
    A partir de hoje,postarei lendas e artigos de terror,todas sexta-feira's.
    Separei para hoje alguns mistérios sobre o castelo de Glamis,espero que gostem.


    O castelo assombrado mais famoso da Escócia é o Castelo Glamis. Desde 1372 o castelo é a residência da familia Bowes-Lyon, os Condes de Strathmore e Kinghorne.
    A Rainha Mãe nasceu lá, era a filha caçula do 14º Conde, a princesa Margaret também nasceu alí (1930).
    O castelo tem uma história interessante: No século 11, o rei Malcolm III foi assassinado lá… como o rei Duncan em Macbeth, amaldiçoado na peça de Shakespeare, que se passa alí.
    No século 16, a viúva do 6º Senhor de Glamis, Lady Janet Douglas, foi queimada viva na estaca como uma feiticeira, porque tentou matar o Rei James V. Ela assombraria a capela do castelo como uma Dama Cinza.
    De acordo com a lenda, o Conde Beardie que foi um hóspede do castelo, jogou cartas com Satã num quarto trancado, assombra o castelo, e ainda há um outro segredo terrível escondido.
    A tradição local diz que o Castelo de Glamis tem mais mistérios que qualquer outro na Escócia. A mais famosa lenda ligada com o castelo é a do Monstro de Glamis, uma criança hediondamente deformada nascida na família Bowes-Lyon. O alegado "Monstro" era Thomas Bowes-Lyon, primeiro filho de George Bowes-Lyon e Charlotte Grimstead, trisavós de Lady Elizabeth Bowes Lyon, a qual se tornou rainha consorte em 1936. De acordo com a obra Peerage of Scotland ("Pariato da Escócia"), do genealogista Robert Douglas, Thomas nasceu e faleceu em 21 de Outubro de 1821.
    A parteira, teria contado no vilarejo local que a criança nasceu deformada e foi dada como morta um ou dois dias depois.
    Thomas não teve sepultura, fato que alimentou os rumores. Afirma-se que Thomas foi amamentado secretamente e confinado num dos muitos quartos secretos do castelo, onde teria passado toda a sua vida, aparecendo sem ser notado, mas deixando seus rastos.
    O quarto que ocupou terá sido murado com tijolos depois do seu falecimento.
    A uma afirmação de que em todas as gerações da família nasce uma criança vampira e que esta é emparedada nessa sala. Existe uma velha história que conta que, uma vez, hóspedes instalados em Gladis terão pendurado toalhas nas janelas de todas as salas numa tentativa de encontrar a suíte murada onde residiu o monstro. Quando olharam para o castelo do lado de fora, várias janelas não tinham toalhas.

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    15/09/10 Terror em Amityville (The Amityville Horror).

    "Imagem verídica da casa"
    Corria o ano de 1977 quando o escritor Jay Anson lançou o livro «O Horror em Amityville: uma História Verídica», tendo obtido enorme sucesso junto do público e sendo adaptado posteriormente ao cinema. O livro falava sobre experiências paranormais vividas pela família Lutz numa casa mal assombrada localizada na Avenida Ocean 112, em Amityville, Nova Iorque, E.U.A..
    Segundo o autor, o livro descreve acontecimentos verídicos. Tudo teria começado a 13 de novembro de 1974 quando seis moradores da casa foram friamente assassinados enquanto dormiam. Ronald DeFeo Jr., de 23 anos, matou a tiro o pai, Ronald DeFeo, a mãe, Louise Brigante-DeFeo, os dois irmãos, Marc e John, e as duas irmãs, Dawn Theresa e Allison Louise. O assassino, que cumpre pena, teria sido mentalmente impelido a cometer o crime por forças «sobrenaturais», provavelmente provenientes de um velho cemitério indígena sobre o qual foi construído o imóvel».
    "A retirada dos corpos da família DeFeo"
    Jay Anson escreveu que a família Lutz ficou apenas 28 dias na moradia porque não suportou mais a violência dos constantes fenômenos. Portas foram arrancadas, móveis arrastavam, uma estranha substância verde escorria do tecto, nuvens de insetos atacavam as crianças e vozes demoníacas soavam pelos quartos. As forças do mal teriam até expulsado um padre que tentou exorcizá-las.
    Pesquisadores como Joe Nickel e Rick Moran estudaram cuidadosamente a história da casa e de todos seus moradores. Entrevistaram vizinhos e também o Padre expulso pelos «espíritos do mal». Todos os que se envolveram no caso acabaram descobrindo que os horrores estavam apenas nas páginas de uma fantasia literária. Entre as muitas contradições comprovadas: as portas nunca foram arrancadas dos seus lugares; as dobradiças, parafusos, fechaduras e maçanetas continuavam como eram antes do crime; a tribo de índios que teria criado o tal cemitério nunca viveu na região de Amityville; o Padre disse que jamais viu nada de anormal na casa; não existe nenhuma ocorrência policial associada ao período da residência da família Lutz, contrariando o que diz o livro e os filmes.
    Por fim, Ronald DeFeo Jr. admitiu perante seu advogado, William Weber, que tudo foi uma divertida criação dele em conluio com a família Lutz com o propósito de ganhar dinheiro. Mas, ainda assim, muita gente continua a crer que o episódio realmente aconteceu conforme descreve o livro de ficção.
    Certo é que a história continua a fazer render, o que comprova a estreia nos cinemas americanos, a 15 de abril de 2005, de «The Amityville Horror» uma das mais recentes versões da obra, tendo por protagonistas Ryan Reynolds e Melissa George.
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    05/09/10 Os guardiões da represa


    Em uma pequena cidade no interior de São Paulo,5 jovens resolveram passar a noite em uma represa,como amavam o contato com a natureza,pensaram que seria uma boa idéia acamparem por lá.
    E assim foi,Jonas o mais velho dos jovens disse que teriam que chegar lá cedo,para arrumar as coisas e montar as barracas.Então,chegaram lá ao cair da noite.
    O que eles não sabiam,é que naquela pequena cidade,havia uma lenda,na qual todos moradores sabiam,que a partir das 23:00 hs não podiam sair de suas casas,pois algo terrivel lhes podia acontecer.
    Os jovens ao chegar,com muita vontade de que estivesse tudo pronto,para logo começar a curtição...acabaram não lendo um aviso que estava na entrada da cidade "NÃO BRINQUE NO ESCURO".E começaram a montar as barracas.
    Exatamente as 21:30 hs a jovem Lia,teve uma sensação horrivel,mais logo os outros jovens a acalmaram.
    Quando o relógio marcou 22:00 hs,os jovens sentiram um frio,começaram a se agasalhar,e ficaram em volta da fogueira.
    Quando derrepente um som,muito estranho veio do meio da água,como se alguma coisa estivesse avisando para eles,que ali não era um lugar seguro.
    Com muito medo,eles entraram para uma barraca,e combinaram que na manhã seguinte,iriam embora,e que essa noite eles dormiriam juntos,pois pensaram que 5 cabeças valiam mais que 1 ou 2...
    E realmente valia,23:00 hs,ouviram um barulho muito alto,que vinha da represa,em direção a barraca.E o barulho almentava ao se aproximar.Então,Jonas resolveu sair e ver o que estava lá fora.
    Ao sair da barraca,Jonas viu uma coisa verde,grande,e muito gosmenta,que imediatamente o puxou para perto,sugando seu sangue.
    Os amigos que estavam observando tudo aquilo,ficaram imobilizados,e não conseguiam nem se mexer,perante uma coisa tão estranha.
    Olharam ao redor querendo achar um jeito para fugirem de lá,mais ao redor existiam mais 9 coisas como aquela que havia sugado o sangue de Jonas.
    Diz a lenda,que os monstros verde do lago,aparecem para vigiar a represa durante a noite,e quando da os primeiros avisos,querem que os vizitantes saiam de lá.

    Editado e enviado por : Lolaaah
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    09/08/10 Suicide Mouse "O mickey jamais conhecido"

    Este é um vídeo raro, sinistro, nunca lançado oficialmente. Nele aparece o Mickey, andando cabisbaixo, com uma cara depressiva, passando em looping por 6 prédios, enquanto toca uma música sinistra no piano. O vídeo original tem 9:04. Essa versão é sem o final.

    O som fica chiado e, aos 1:49, a tela fica preta. Quando volta, aos 2:40, o som muda pra choro, murmúrios e gritos desesperados. O vídeo começa a ficar distorcido. Aos 4:40 o som começa a ficar com uma voz grossa e tem coisas que parecem estarem passando atrás da imagem.

    Depois, aos 5:15, o choro se transforma em grito de dor. Cores aparecem, o filme fica com um fundo obscuro. 6:18. O Mickey fica sem o rosto. Volta uma música estranha, diferente da do início.

    O fim desse vídeo é desconhecido. Segundo o relato da descrição, duas pessoas estavam assistindo o vídeo, mas Leonard Maltin não aguentou e saiu, deixando um funcionário pra fazer anotações de tudo, até o último segundo. O cara teria saído da sala, dito 7 vezes "o verdadeiro sofrimento não é conhecido", tirado a arma de um segurança e se matado.
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